domingo, 2 de dezembro de 2012
ANIVERSARIANTES DO MÊS DE DEZEMBRO
Alexandre Bezerra - ( 11/12);
Ubiratan Faustino - (11/12);
Robson Carmo - (16/12);
Déborah Azevedo - ( 20/12).
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
MUTIRÃO LIMPEZA DA PONTE NEWTON NAVARRO
A ACIRN convida os ciclistas para
participar amanhã, terça-feira, dia 13/11, a partir
das 5h45, com a concentração na Praia do Forte, de onde será iniciado o mutirão
de limpeza da pista da ponte Newton Navarro no sentido Natal/Zona Norte.
Esta é uma ação da
Associação dos Ciclistas do RN, em parceria com a Ong Baobá que terá o apoio de
Hugo Manso com seu Jipe Amarelo e Moab com sua Saveiro.
Pedimos que os ciclistas
participantes levam sacos e vassoura para utilizar no mutirão de limpeza da
pista.
Desde já, agradecemos a
participação de todos os participantes, pois esta é uma ação muito importante
para quem trafega usando a lateral e margens das pistas de rolamento da ponta.
Serviço
Mutirão de Limpeza da pista da ponte Newton Navarro
Data: 13/11/12 (terça-feira)
Horário: 5h45min
Local: Ponte Newton Navarro, sentido Natal/Zona Norte.
Realização: ACIRN
Apoio: Ong Baobá
Contato
Haroldo Mota(84)9927.6555
Marcio Leite(84)8898.9727
associclistasrn@gmail.com
Serviço
Mutirão de Limpeza da pista da ponte Newton Navarro
Data: 13/11/12 (terça-feira)
Horário: 5h45min
Local: Ponte Newton Navarro, sentido Natal/Zona Norte.
Realização: ACIRN
Apoio: Ong Baobá
Contato
Haroldo Mota(84)9927.6555
Marcio Leite(84)8898.9727
associclistasrn@gmail.com
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
INSCRIÇÕES ABERTAS PARA REALIZAÇÃO DE EVENTOS CIENTÍFICOS
![]() |
Imagem: Revista Ponto Com |
Secretarias
de educação estaduais e municipais de todo o Brasil e instituições que
incentivam pesquisas na educação básica podem enviar, até 22 de novembro,
propostas para a realização, em 2013, de olimpíadas científicas e de feiras e
mostras de ciências.
As
chamadas públicas, já abertas, foram lançadas pela Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação
e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) do
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
“A
evolução da ciência é que faz com que a humanidade se aperfeiçoe
continuamente”, diz Carmem Moreira de Castro Neves, diretora de formação de
educação básica da Capes. “E incentivar a investigação científica é um trabalho
das escolas, dos professores.”
As
olimpíadas e as feiras e mostras são, segundo ela, uma forma de melhorar o
ensino fundamental e médio, identificando jovens talentosos. É o terceiro ano
em que Capes e CNPq lançam conjuntamente editais de incentivo a eventos
científicos para estudantes. No ano passado, 76 propostas foram aprovadas de
acordo com editais lançados pelos dois ministérios. “Este ano, foram realizadas
48 feiras municipais, 23 estaduais e cinco grandes feiras nacionais”, assinalou
Carmem.
Para a
realização de olimpíadas científicas, há um orçamento previsto de R$ 3,3
milhões, valor que pode ser utilizado para compra de material de consumo,
passagens e diárias e material bibliográfico. O MEC vai apoiar a realização de
olimpíadas internacionais no Brasil.
Mais R$ 9
milhões são previstos pela Capes e pelo CNPq para financiar projetos de feiras
e mostras científicas. Há previsão também de apoio às mostras científicas
itinerantes, em especial planetários móveis.
As
chamadas públicas para envio de propostas para olimpíadas científicas e para
feiras de ciências estão disponíveis pela internet.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
PROJETO GEOTRILHAS/RN DE LUTO POR LUIZINHO CORRÊA
Luizinho Corrêa recebendo o Certificado de Reconhecimento pelo Projeto Geotrilhas/RN em 2010. |
O Projeto Geotrilhas/RN vem lamentavelmente comunicar o falecimento do
Sr. Luis Alves Corrêa Júnior, ou simplesmente Luizinho Corrêa, como era mais
conhecido no município de Ceará-Mirim/RN.
Luizinho Corrêa era um amante declarado pela terra dos verdes
canaviais, membro do Movimento Escoteiro, onde era um conselheiro com bastante
contribuição nos assuntos ligados as técnicas campeiras do Grupo Escoteiro do
Mar Artífices Náuticos (GEMAN-64º/RN), grupo que tanto amava.
Luizinho Corrêa e Franklin Marinho, com todos os geotrilheiros participantes da Trilha do Roteiro dos Engenhos em 2010. |
Sendo um defensor do meio ambiente, em seu Rancho Boca da Mata, Luizinho
também era um visionário na preservação da história de Ceará-Mirim, em que
construiu um museu no seu rancho, e contribuiu para que Ceará-Mirim fosse
lembrada no cenário turístico do Rio Grande do Norte, como a viabilização da
visita do Projeto Geotrilhas/RN no ano de 2010.
O corpo está sendo velado no
Centro de Velórios Sempre, localizado no bairro do Alecrim. Já o sepultamento
está para às 09h:00 desta quarta-feira (07/11), no Cemitério do Bom Pastor 2.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
ANIVERSARIANTES DO MÊS DE NOVEMBRO
Ana Paula - 01/11;
Davi Lima - 02/11;
Antônio Dércio - 03/11;
Felipe Mendes - 03/11;
Luara Musse - 08/11;
Rafaela Alencar - 22/11;
Luciano Costa - 26/11;
Kathiuscia Fernandes - 28/11.
Davi Lima - 02/11;
Antônio Dércio - 03/11;
Felipe Mendes - 03/11;
Luara Musse - 08/11;
Rafaela Alencar - 22/11;
Luciano Costa - 26/11;
Kathiuscia Fernandes - 28/11.
OS CUSTOS SECRETOS DA GASOLINA
Que os Estados Unidos são os
maiores consumidores de bens e serviços do mundo talvez não seja novidade. De
fato, no consumo de produtos derivados do petróleo, os EUA saem na frente,
muito acima do consumo da China, o segundo colocado, e da União Europeia, o
terceiro colocado.
Lá, o galão da gasolina (que
corresponde a aproximadamente 3,8 litros) custa entre US$ 3 e US$ 4 dólares (R$
6 a R$ 8), ou seja: metade do que pagamos no Brasil. Mas o preço da
gasolina depende de uma série de fatores que variam de país para país – entre
eles, o preço do petróleo bruto, o custos de refino, os valores da distribuição
e comércio, além dos impostos.
A única coisa que não é
contabilizada é o custo à saúde – a nossa e a do planeta.
Por isso, em 1998 a Alemanha
estabeleceu um imposto ecológico sobre a eletricidade e o petróleo. Desde
então, a ecotax tem sido centro de grandes debates políticos
em território alemão. A iniciativa, inovadora ainda hoje, é só uma pequena
amostra de como se pode cobrar os custos reais que estão por trás da produção
da gasolina.
Mas afinal, quais são os custos
invisíveis da gasolina? Assista ao vídeo do Center for Investigative Reporting e entenda um pouco mais
dessa história.
domingo, 4 de novembro de 2012
EMPRESA SOCIAL TAMBÉM PODE LUCRAR, DIZ IMAFLORA
Por Andrea Vialli
Quando fundou o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola
(Imaflora), em 1995, o engenheiro agrônomo Luís Fernando Guedes Pinto tinha
como desejo trazer ao Brasil o universo das certificações socioambientais, um
terreno inexplorado à época. Não demorou muito para que a sigla FSC (Forest
Stewardship Council), que certifica produtos florestais com manejo sustentável,
se tornasse conhecida por aqui. Hoje o selo verde estampa de lápis a papel
higiênico, passando pela madeira extraída de forma controlada na Amazônia - e
ajuda a fortalecer a renda de 30 mil trabalhadores em 500 comunidades, de
pequenos agricultores a ribeirinhos e indígenas.
O Imaflora introduziu no país outro selo bastante difundido na Europa, o Rainforest Alliance, voltado para itens agrícolas. Presente em produtos como cacau, café, laranja, açúcar e, mais recentemente, carne bovina, o selo atesta que o alimento foi cultivado com práticas que conservam o ambiente e a saúde dos trabalhadores.
O esforço de mostrar que é possível produzir com baixo impacto ambiental e alto ganho social rendeu ao engenheiro agrônomo e seu Imaflora um lugar na lista de seis finalistas do Prêmio Empreendedor Social, iniciativa promovida no Brasil pela Fundação Schwab - organização com sede na Suíça, criada por Klaus Schwab, idealizador do Fórum Econômico Mundial - em parceria com o jornal " Folha de S.Paulo ". A premiação tem o objetivo de destacar o trabalho dos empreendedores sociais - indivíduos que atuam como agentes de transformação, criando soluções inovadoras e de alcance para problemas atuais, como pobreza, degradação ambiental, saúde, educação, entre outros.
"O que caracteriza o empreendedor social é seu vínculo com a coletividade e seu esforço de inovar na busca por soluções para as demandas da sociedade. Ele pode ser o representante de uma ONG, de uma cooperativa ou de um negócio social", explica Patrícia Trudes da Veiga, editora de suplementos da "Folha de S.Paulo" e coordenadora do Prêmio Empreendedor Social.
Em sua oitava edição, a premiação bateu recorde de inscrições: foram 335 candidatos, de 24 Estados e do Distrito Federal, o que representa um crescimento de 23% em relação à anterior. De acordo com Patrícia, o aumento na participação sinaliza que o Brasil está sintonizado com o tema. "Percebemos que os projetos estão em um patamar muito elevado em termos de inovação, impacto social de suas atividades e potencial de influência nas políticas públicas", afirma, citando alguns dos critérios de avaliação do prêmio.
Em todo o mundo, a Fundação Schwab apoia 199 empreendedores sociais, que representam 174 organizações - há 39 iniciativas na América Latina.
Os finalistas desta edição, que inclui ainda o Empreendedor Social de Futuro (categoria voltada a líderes sociais com até três anos de atividade), atuam em áreas tão diferentes como a produção de softwares de computadores para deficientes visuais até o fortalecimento dos direitos dos povos indígenas. Uma tendência, porém, se destaca: o aumento da participação dos negócios sociais, que visam o lucro como qualquer outro negócio, mas acreditam que sua função primordial é causar impactos positivos na sociedade.
Administrar um negócio social também foi o caminho escolhido pelas turismólogas mineiras Marianne Costa e Mariana Madureira, que fundaram a Raízes Desenvolvimento Sustentável, empresa que trabalha com geração de renda no Vale do Jequitinhonha, a região mais pobre de Minas Gerais, por meio de dois pilares: o artesanato e o turismo de base comunitária, um nicho ainda pouco explorado no Brasil. O princípio do negócio é promover a melhoria da renda para 50 comunidades no Jequitinhonha, formadas principalmente por mulheres artesãs.
A empresa começou em 2009, com uma loja virtual que buscava ser um canal para comercializar o rico artesanato produzido na região. O capital inicial, R$ 35 mil, saiu do próprio bolso das sócias e foi usado para comprar 1.500 itens de artesanato e no desenvolvimento do e-commerce. Mas a falta de preparo das próprias artesãs do Jequitinhonha em trabalhar com grandes encomendas fez com o negócio não desse lucro.
A saída, conta Marianne Costa, foi rever a estratégica. "Como somos formadas em turismo, resolvemos direcionar esses conhecimentos para implementar um projeto de turismo de experiência e comunitário no Jequitinhonha", explica Costa. O foco é levar viajantes para passar alguns dias vivendo na casa das próprias artesãs, compartilhando de seu ofício, hábitos, história e culinária regional. A virada está dando certo, e os pacotes de turismo comunitário viraram o carro chefe da empresa. "Hospitaleiras por natureza, as mulheres do Jequitinhonha estão muito receptivas a esse novo modelo e fazem de tudo para receber os visitantes da melhor maneira possível", conta.
Para especialistas, a eclosão dos negócios sociais aponta uma nova etapa na gestão das questões socioambientais no mundo empresarial. Agora, a responsabilidade social e a filantropia corporativa deixam de ser os principais canais de atuação e as ações individuais ganham espaço. "É uma nova visão da responsabilidade socioambiental. Há um modernismo de atitude na criação dos negócios sociais, uma capacidade ímpar de gerir os recursos para gerar um benefício maior", afirma Sheila Villas Boas Pimentel, presidente do Instituto Humanitare, organização que busca aproximar a sociedade civil dos temas propostos pela ONU e fez parte júri do Prêmio Empreendedor Social.
Os vencedores serão conhecidos dia 7 de novembro, em cerimônia no Museu de Arte de São Paulo (Masp). A premiação consiste em mais de R$ 350 mil em benefícios, que vão de cursos de capacitação dos empreendedores, auditoria financeira, consultoria jurídica até bolsas de estudo no Brasil e no exterior. Esta edição do prêmio também introduziu uma novidade: os internautas podem ajudar a escolher o Empreendedor Social do ano em votação pelo site www.folha.com.br/empreendedorsocial, até segunda-feira. No próprio site, é possível conhecer os finalistas, que resumem suas iniciativas em vídeos de um minuto de duração. "A ideia é utilizar o poder das mídias sociais para ajudar a divulgar o conceito do empreendedorismo social no Brasil" explica Patrícia.
O Imaflora introduziu no país outro selo bastante difundido na Europa, o Rainforest Alliance, voltado para itens agrícolas. Presente em produtos como cacau, café, laranja, açúcar e, mais recentemente, carne bovina, o selo atesta que o alimento foi cultivado com práticas que conservam o ambiente e a saúde dos trabalhadores.
O esforço de mostrar que é possível produzir com baixo impacto ambiental e alto ganho social rendeu ao engenheiro agrônomo e seu Imaflora um lugar na lista de seis finalistas do Prêmio Empreendedor Social, iniciativa promovida no Brasil pela Fundação Schwab - organização com sede na Suíça, criada por Klaus Schwab, idealizador do Fórum Econômico Mundial - em parceria com o jornal " Folha de S.Paulo ". A premiação tem o objetivo de destacar o trabalho dos empreendedores sociais - indivíduos que atuam como agentes de transformação, criando soluções inovadoras e de alcance para problemas atuais, como pobreza, degradação ambiental, saúde, educação, entre outros.
"O que caracteriza o empreendedor social é seu vínculo com a coletividade e seu esforço de inovar na busca por soluções para as demandas da sociedade. Ele pode ser o representante de uma ONG, de uma cooperativa ou de um negócio social", explica Patrícia Trudes da Veiga, editora de suplementos da "Folha de S.Paulo" e coordenadora do Prêmio Empreendedor Social.
Em sua oitava edição, a premiação bateu recorde de inscrições: foram 335 candidatos, de 24 Estados e do Distrito Federal, o que representa um crescimento de 23% em relação à anterior. De acordo com Patrícia, o aumento na participação sinaliza que o Brasil está sintonizado com o tema. "Percebemos que os projetos estão em um patamar muito elevado em termos de inovação, impacto social de suas atividades e potencial de influência nas políticas públicas", afirma, citando alguns dos critérios de avaliação do prêmio.
Em todo o mundo, a Fundação Schwab apoia 199 empreendedores sociais, que representam 174 organizações - há 39 iniciativas na América Latina.
Os finalistas desta edição, que inclui ainda o Empreendedor Social de Futuro (categoria voltada a líderes sociais com até três anos de atividade), atuam em áreas tão diferentes como a produção de softwares de computadores para deficientes visuais até o fortalecimento dos direitos dos povos indígenas. Uma tendência, porém, se destaca: o aumento da participação dos negócios sociais, que visam o lucro como qualquer outro negócio, mas acreditam que sua função primordial é causar impactos positivos na sociedade.
Administrar um negócio social também foi o caminho escolhido pelas turismólogas mineiras Marianne Costa e Mariana Madureira, que fundaram a Raízes Desenvolvimento Sustentável, empresa que trabalha com geração de renda no Vale do Jequitinhonha, a região mais pobre de Minas Gerais, por meio de dois pilares: o artesanato e o turismo de base comunitária, um nicho ainda pouco explorado no Brasil. O princípio do negócio é promover a melhoria da renda para 50 comunidades no Jequitinhonha, formadas principalmente por mulheres artesãs.
A empresa começou em 2009, com uma loja virtual que buscava ser um canal para comercializar o rico artesanato produzido na região. O capital inicial, R$ 35 mil, saiu do próprio bolso das sócias e foi usado para comprar 1.500 itens de artesanato e no desenvolvimento do e-commerce. Mas a falta de preparo das próprias artesãs do Jequitinhonha em trabalhar com grandes encomendas fez com o negócio não desse lucro.
A saída, conta Marianne Costa, foi rever a estratégica. "Como somos formadas em turismo, resolvemos direcionar esses conhecimentos para implementar um projeto de turismo de experiência e comunitário no Jequitinhonha", explica Costa. O foco é levar viajantes para passar alguns dias vivendo na casa das próprias artesãs, compartilhando de seu ofício, hábitos, história e culinária regional. A virada está dando certo, e os pacotes de turismo comunitário viraram o carro chefe da empresa. "Hospitaleiras por natureza, as mulheres do Jequitinhonha estão muito receptivas a esse novo modelo e fazem de tudo para receber os visitantes da melhor maneira possível", conta.
Para especialistas, a eclosão dos negócios sociais aponta uma nova etapa na gestão das questões socioambientais no mundo empresarial. Agora, a responsabilidade social e a filantropia corporativa deixam de ser os principais canais de atuação e as ações individuais ganham espaço. "É uma nova visão da responsabilidade socioambiental. Há um modernismo de atitude na criação dos negócios sociais, uma capacidade ímpar de gerir os recursos para gerar um benefício maior", afirma Sheila Villas Boas Pimentel, presidente do Instituto Humanitare, organização que busca aproximar a sociedade civil dos temas propostos pela ONU e fez parte júri do Prêmio Empreendedor Social.
Os vencedores serão conhecidos dia 7 de novembro, em cerimônia no Museu de Arte de São Paulo (Masp). A premiação consiste em mais de R$ 350 mil em benefícios, que vão de cursos de capacitação dos empreendedores, auditoria financeira, consultoria jurídica até bolsas de estudo no Brasil e no exterior. Esta edição do prêmio também introduziu uma novidade: os internautas podem ajudar a escolher o Empreendedor Social do ano em votação pelo site www.folha.com.br/empreendedorsocial, até segunda-feira. No próprio site, é possível conhecer os finalistas, que resumem suas iniciativas em vídeos de um minuto de duração. "A ideia é utilizar o poder das mídias sociais para ajudar a divulgar o conceito do empreendedorismo social no Brasil" explica Patrícia.
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