terça-feira, 30 de agosto de 2011

TV GEOTRILHAS/RN - Programa Dito & Feito. 7º Episódio (Currais Novos/RN)

Acompanhe mais um programa Dito & Feito, onde o trilheiro pede sua música direto da trilha. Neste programa, direto de Currais Novos/RN, confira Elvis Presley, O Surto e Circuito Musical.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

VEM AÍ O 6º ENCONTRO DO EX-ALUNO DO IFRN

Créditos: IFRN
Ex-alunos, alunos, servidores e aposentados do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RN (IFRN) têm um encontro marcado no próximo dia 17 de setembro: a tradicional Festa do Ex-aluno, no Clube dos Empregados da Petrobras (Cepe).

O evento é promovido pela Associação dos Ex-alunos de Escolas Federais Industriais e Técnicas (Assefit/RN) e, neste ano, contará com a animação da Banda FlashBack (anos 60), da cantora Leny Caldas (MPB) e do Pagode Nosso Grito.

As camisetas serão vendidas a partir da próxima sexta-feira (19), no campus Central do IFRN (sala da associação dos servidores), na Miranda do Natal Shopping e na Lampadinha (Alecrim e BR-101). O valor é R$ 35 e dá direito a cinco fichas para bebida (cerveja ou refrigerante) e churrasco à vontade até as 17h.

Os associados em dia com a anuidade da Assefit/RN pagarão R$ 15 pela camiseta (para estes, o ponto de venda será apenas o IFRN e somente poderá ser adquirida uma entrada a esse valor promocional).

Serviço

6º Encontro do Ex-aluno do IFRN

Onde: Cepe (Av. Ayrton Senna, 1891, Parque dos Eucaliptos – Parnamirim/RN)
Quando: sábado, 17 de setembro
Hora: 12h
Senhas: R$ 35 (Campus Central do IFRN, Miranda do Natal Shopping e Lampadinha do Alecrim e BR-101
Informações: twitter.com/FestaEX_IFRN | (84) 4005.2681

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

5º BREGA SOLIDÁRIO


O GACC realiza neste próximo dia 20 de agosto o evento intitulado Brega Solidário. O evento anual, tem por objetivo angariar fundos para a instituição. 

Para animar a festa: Fernando Luiz, Dodora de Caicó, Rodolfo Amaral, Joaõ Ceará, Hélia Braga, Michele Lima, Ivando Monte, Tony Pan, Pereira e Banda Toalha Rendada e muito mais. Haverá ainda concurso para eleger os mais bregas da noite, com premiações imperdíveis!!!

Os ingressos custam R$ 20, e estão sendo vendidos no Gacc/RN (Av Flotiano Peixoto), no Pittsburg da Av Prudente de Morais, e no salão George's do Midway Mall. Quem comprar o ingresso ganha um kit com CD's da Banda Cavaleiros do Forró. Não fique de fora dessa! Mais informações: 4006-6800

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

SEMINÁRIO 10 ANOS DO ESTATUTO DA CIDADE


No próximo dia 22 de agosto será realizado no Auditório da Reitoria da UFRN, o seminário “DEZ ANOS DO ESTATUTO DA CIDADE - DESAFIOS À GESTÃO URBANA E METROPOLITANA”.

Objetivos: Contribuir para que a sociedade conceba o espaço urbano como uma metrópole em formação, na qual seus habitantes têm direito à moradia, transporte, saneamento básico, acesso a serviços de educação, saúde, cultura e lazer.

Introdução: Em extensão territorial, Natal é a segunda menor capital brasileira, com apenas 170,2 Km2. Nesse quesito, o município supera, apenas, a capital do Estado do Espírito Santo - Vitória, que é uma ilha, e conta com poucos 93,3 Km2. Natal, no entanto, possui algumas particularidades ambientais, urbanísticas e demográficas que a tornam uma empreitada político-administrativa complexa, e ainda pouco compreendida por grande parte daqueles que assumiram alguma responsabilidade de gestão, em instituições e órgãos públicos. Por diversas razões, a administração de nossa cidade é um desafio que não se pode subestimar.

Ato Solene de Abertura com Autoridades

Conferência de abertura – Senador Inácio Arruda (PCdoB) – Relator do Estatuto da Cidade
Moderadora – Dep. Federal Fátima Bezerra (PT-RN)

22 de agosto de 2011 (segunda-feira)- 8h30min as 12horas
 
A FUNÇÃO SOCIAL DO ESPAÇO URBANO E METROPOLITANO

As condicionantes ambientais e aplicabilidade da legislação - Marise Costa de Souza Duarte (Procuradora do Município de Natal)As condicionantes Urbanísticas- Alexsandro Ferreira Cardoso da Silva (UFRN)As condicionantes Demográficas e Geoeconômicas - José Aldemir Freire (IBGE)

Moderador - Maria do Livramento Miranda Clementino (UFRN)
Relator – Paulo Eduardo Pinheiro Teixeira (OAB)

23 de agosto de 2011 (terça-feira) - 8h30min as 12horas
 
METRÓPOLE EM FORMAÇÃO: Problemas da metropolização e suas relações com o instrumentos do Estatuto da Cidade

A dinâmica econômica da Grande Natal – Francisco Wellington Duarte (UFRN)
Os fenômenos da conturbação e do transbordamento - Marcelo Bezerra de Melo Tinoco (UFRN)Política de Habitação e o Estatuto das Cidades: Um enfoque metropolitano – Maria Dulce Picanço Bentes (UFRN)Políticas de Mobilidade Urbana e Transporte na Metrópole - Enilson Medeiros dos Santos (UFRN)
Políticas de Saneamento Ambiental no âmbito da Metrópole – Cícero Onofre de Andrade Neto (UFRN)

Moderador - Luciano Siqueira – Deputado Estadual (PCdoB-PE) Membro do Conselho Nacional da Cidade
Relator – Edivan Martins (Pte. Câmara Municipal de Natal – Pte. Federação das Câmaras Municipais do Rio Grande do Norte FECAM)
24 de agosto de 2011 (quarta-feira) - 8h30min as 12horas
 
GOVERNOS E MOVIMENTOS SOCIAIS NA CONSTRUÇÃO DA METROPOLE

A classe trabalhadora é metropolitana – Melquisedec Moreira (DIEESE)A Gestão Metropolitana é dever do Estado - Obery Rodrigues Júnior (SEPLAN)
Na Gestão Metropolitana, os municípios têm autonomia relativa – Benes Leocádio (FEMURN)
A Gestão Metropolitana deve ser democrática e participativa - Ruth Ataíde (UFRN - Concidade/Natal) e Paulo Cesar de Oliveira (FECEB/Conam)
Moderador – Bartíria Perpétua Lima da Costa (Conam)
Relator – Rosa de Fátima (SEMURB/PMN)

Inscrições: http://migre.me/5rXya

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

PROJETO AGOSTO DA ALEGRIA: PROGRAMAÇÃO DO DIA 15/08.

O projeto "Agosto da Alegria" acontecerá durante 28 dias, com eventos realizados em 30 pontos da cidade.

Serão mais de 160 atividades e 400 apresentações. O projeto deverá envolver cerca de 18 mil pessoas entre artistas, expositores e trabalhadores que deverão somar um público de 100 mil expectadores.

Confira a programação do dia 15 de Agosto (segunda-feira).
  • 08h / Complexo Cultural da Zona Norte
  • 08h / Teatro de Cultura Popular
    • Exposição Fotográfica - Marias de Anchieta
  • 09h / FJA
    • Bazar da Liberdade do Projeto Transforme-se
  • 19h / Capitania das Artes
  • 19h / SESC - Centro
    • Lançamento do Livro Por Amor a Natal, de Severino Vicente
 

domingo, 14 de agosto de 2011

PROJETO AGOSTO DA ALEGRIA: PROGRAMAÇÃO DO DIA 14/08.


O projeto "Agosto da Alegria" acontecerá durante 28 dias, com eventos realizados em 30 pontos da cidade.

Serão mais de 160 atividades e 400 apresentações. O projeto deverá envolver cerca de 18 mil pessoas entre artistas, expositores e trabalhadores que deverão somar um público de 100 mil expectadores.

Confira a programação do dia 14 de Agosto (domingo).
  • 08h / Palácio Potengi
    • Salão Nordeste de Arte Popular Chico Santeiro
  • 09h / Museu de Cultura Popular
    • Naïf - Acervos Estadual e Municipal (Exposição)
  • 10h / Bosque dos Namorados/Parque das Dunas

sábado, 13 de agosto de 2011

PROJETO AGOSTO DA ALEGRIA: PROGRAMAÇÃO DO DIA 13/08.

O projeto "Agosto da Alegria" acontecerá durante 28 dias, com eventos realizados em 30 pontos da cidade.

Serão mais de 160 atividades e 400 apresentações. O projeto deverá envolver cerca de 18 mil pessoas entre artistas, expositores e trabalhadores que deverão somar um público de 100 mil expectadores.

Confira a programação do dia 13 de Agosto (sábado).
  • 08h / Conexão Felipe Camarão
    • Oficina Capoeira com o Mestre Marcos
    • Lutheria de Rabeca com Carlos Zens
    • Oficina de Boi-de-Reis
    • Salão Nordeste de Arte Popular Chico Santeiro
  • 09h / Museu de Cultura Popular
    • Naïf - Acervos Estadual e Municipal (Exposição)
  • 19h / Teatro de Cultura Popular
  • 20h / Largo do TAM
 

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

PROJETO LAZER NA PRAÇA ACONTECE NESTE SÁBADO NO PANATIS


Os alunos do 5º período do curso de Tecnologia em Gestão Desportiva e do Lazer promoverão, no dia 13 de agosto, o Lazer na Praça,      que tem como objetivo a promoção do lazer e qualidade de vida através de vivências, como caminhada guiada, bate papo sobre medidas de saúde, oficina de pilates, oficina de brinquedos populares, brincadeiras e muito mais. A programação vai se iniciar às sete 7h e vai se estender até as 17h. 
             

O evento será realizado na área de lazer do Panatis, na Zona Norte da cidade e será aberto à comunidade em geral, contendo atividades para todas as faixas etárias.  As inscrições serão gratuitas, já estão abertas e podem ser feitas também na área de lazer do Panatis de segunda a sexta, nos turnos da manhã e tarde. 

As vagas são limitadas.

PROJETO AGOSTO DA ALEGRIA: PROGRAMAÇÃO DO DIA 12/08.

O projeto "Agosto da Alegria" acontecerá durante 28 dias, com eventos realizados em 30 pontos da cidade.

Serão mais de 160 atividades e 400 apresentações. O projeto deverá envolver cerca de 18 mil pessoas entre artistas, expositores e trabalhadores que deverão somar um público de 100 mil expectadores.

Confira a programação do dia 12 de Agosto (sexta-feira).
  • 08h / Teatro de Cultura Popular
    • Exposição Fotográfica - Marias de Anchieta  
  • 08h / Palácio Potengi
    • Salão Nordeste de Arte Popular Chico Santeiro
  • 09h / Capitania das Artes
  • 09h / Museu de Cultura Popular
    • Naïf - Acervos Estadual e Municipal (Exposição)
  • 19h / Teatro de Cultura Popular

II SEMANA CULTURAL DO ESTUDANTE DE BANANEIRAS/PB


Durante toda essa semana, esta acontecendo no município paraiabano de Bananeiras, a II Semana Cultural do Estudante. Até amanhã, todos aqueles que visitam a linda cidade do brejo paraibano poderão prestigiar exibições de filmes, torneios esportivos e caminhadas ecológicas.
Confira a programação completa
  • 10/08: REUNIÃO CEJUP (CONSELHO ESTADUAL DE JUVENTUDE DA PARAIBA E O CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE BANANEIRAS) NO ESPAÇO CULTURAL “OSCAR DE CASTRO” – MANHÃ E TARDE – 08H00 AS 17H00;

  • 10/08: ABERTURA OFICIAL DA II SEMANA CULTURAL DO ESTUDANTE E DA CONFERENCIA MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE BANANEIRAS - NO ESPAÇO CULTURAL “OSCAR DE CASTRO” – 19H00;

  • 11/08: CONFERENCIA MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE BANANEIRAS NO ESPAÇO CULTURAL “OSCAR DE CASTRO” – 07H00 AS 14H00;

  • 12/08: PROJETO CINEMA NA RURAL  E CINEMA NA PRAÇA COM EXIBIÇÃO DE FILMES NAS ESCOLAS PÚBLICAS DA ZONA RURAL:

-MANHÃ: JARACATIÁ – NA ESCOLA MUNICIPAL – 08H00;

-TARDE: GAMELAS – NA ESCOLA MUNICIPAL – 14H00;

-NOITE: PRAÇA EPITÁCIO PESSOA – (CINEMA NA PRAÇA TENDO O LANÇAMENTO DO CURSINHO PRÉ-VESTIBULAR)  - 20H00;

·               13/08: TORNEIO DE FUTSAL INTERESCOLAR (MANHÃ E TARDE) NO GINASIO DA UFPB/CAMPUS III – 08H00;

·               13/08: APRESENTAÇÃO DO EXPERIMENTO TEATRAL “NOS PASSOS DE ZÉ LINS”, COMEDIA INSPIRADA NA VIDA O OBRA DO AUTOR COM A CIA DE TEATRO FLOR DO CEDRO/AJAC – NOITE NO ESPAÇO CULTURAL – 19H30;

·          14/08: II CAMINHADA CACHOEIRA DO RONCADOR – (PERCURSO DE 32 km - SAINDO DA PRAÇA EPITÁCIO PESSOA, SEGUINDO  PELO CAMINHO DA ANTIGA LINHA FERREA INDEPENDENTE – PICUY, PASSANDO PELA ESTAÇÃO DE MANITU, DISTRITO DE VILA MAIA, CASA DE FARINHA E CHEGANDO FINALMENTE NA CACHOEIRA PARA BANHO, REFEIÇÃO E PRTICA DE TIRO – LESA; TENDO RETORNO DE ONIBUS QUE PEGAM TODOS AS 15H00 NO BAR DO RONCADOR PARA DEIXAR NA PRAÇA EPITÁCIO PESSOA – LOCAL DE PARTIDA)

Informações pelos fones (83)91362348 / 91292692 / 91715984 / 91297203, ou ainda pelos e-mails ajacarte_pb@yahoo.com.br / jocavn_pb@yahoo.com.br / janaclio@hotmail.com

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

CIRCUITO DE CAMINHADAS ANDA BRASIL CHEGA A BANANEIRAS


A Associação de Jovens da Arte e Cultura de Bananeiras convida a todos para participar da mais bela caminhada do brejo paraibano. A Caminhada Circuito Cachoeira do Roncador acontecerá neste próximo domingo dia 14 de agosto. 

Venha estar em pleno contato com a natureza, e vivenciar paisagens deslubrantes conhecendo o patrimonio arquitetonico da antiga estação ferroviaria de bananeiras, num momento de emoções inesquecíveis do começo ao fim!

O percurso de 32 Km terá inicio na praça epitácio pessoa seguindo pela antiga linha ferrea, passando pela estação ferroviaria de manitu, igreja de são josé no distrito de vila maia, tunel samambaia, teminando na cachoeira do roncador. 

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO
-07H30: CREDENCIAMENTO E CAFÉ DA MANHÃ (PRAÇA EPITÁCIO PESSOA):
*R$5,00 TAXA DE INSCRIÇÃO (OBRIGATÓRIO);

*R$08,00 ALMOÇO (OPCIONAL)

*R$25,00 TIRO-LESA (OPCIONAL) – ESTE TENDO VAGAS LIMITADAS, OCORRERÁ CASO TENHA NO MINIMO 10 PESSOAS CREDENCIADAS

-08H00: ESQUENTE, APRESENTAÇÃO DO PERCURSO E REFLEXÃO

-13H00 CHEGADA PARA ALMOÇO, BANHO, TIRO-LESA E CARIMBO DOS PASSA PORTES

Maiores informações pelos fones (83)91362348 / 91292692, ou pelo E-MAIL:ajacarte@yahoo.com.br / jocavn_pb@yahoo.com.br

terça-feira, 9 de agosto de 2011

10ª MEIA MARATONA DA CIDADE DE JOÃO PESSOA CONTOU COM A PARTICIPAÇÃO DO GEOTRILHAS/RN ESPORTE CLUBE

Equipe GEOTRILHAS/RN Esporte Clube representada pelos atletas Pedro Jr. e Lázaro Freire
Com a participação oficial de 585 corredores - sem contar com os corredores que marcaram presença de forma espontânea - a Prefeitura de João Pessoa, através da Secretara de Juventude, Esportes e Recreação (Sejer) realizou neste domingo de manhã (7)a 10ª Meia Maratona Cidade de João Pessoa  que foi alvo de elogios pela organização e pelo bom índice técnico dos atletas amadores e profissionais.


Na categoria principal o título de campeão ficou com Cícero Vieira da Rocha (01:09:47) de Garanhuns-PE, o segundo lugar foi Severino Santos Melo (01:10:09) de Pilões-PB e a terceira posição ficou com Gilmar de Oliveira Silva (01:10:50). A disputa foi bastante equilibrada e arrancou aplausos do bom público que compareceu a praia de Tambaú, local da largada e chegada dos atletas.


No feminino Ednalva Laureano (Pretinha) confirmou que está recuperando a sua melhor forma e ficou com o título de campeã da Meia Maratona Cidade João Pessoa (01:23:31). Ela é de Campina Grande e correu pelo Grêmio da UFPB. A segunda colocação ficou com outra campinense, Mary Emanuela (01:24:45) do Grupo Corredores do Futuro de Campina Grande. A terceira colocação ficou com Cristiane Alves Xavier (01:27:05).


Na corrida de 7 km o título de campeão masculino ficou com Waldemir Borges de Sousa (00:22:07) que corre pela FIP/Novo Brilho, o segundo lugar foi Aparecido Aluisio da Silva (00:22:15) que corre pela Profesp/Prefeitura de Garanhuns e a terceira posição ficou com Anderson Crisóstomo (00:23:08) que corre pela Prefeitura de Currais Novos.


No feminino Mirian Farias da Silva (00:26:13) foi à grande vencedora. Ela corre pela Profesp/Prefeitura de Garanhuns. A segunda colocada foi Damiana  Batista Sales (00:27:24) que corre pela Prefeitura de Currais Novos e a terceira colocada foi Melina Serafim (00:29:10).


A categoria Servidor Público também foi bastante disputada e no masculino o campeão foi Antônio da Silva (00:26:49). Ele pertence ao quadro da Seman. O segundo colocado foi Josenildo Santos (00:27:17) que pertence a Guarda Municipal e em terceiro lugar ficou Gilmário Marques (00:28:03) que é da Guarda Municipal. No feminino Érika da Silva Santos (00:30:52) foi à campeã, Jussara Alves Cavalcanti (00:37:22) ficou com o segundo lugar e Ana Maria Laurindo Pereira (00:40:36) ficou foi à terceira colocada.


Ao final da competição o secretário de esportes de João Pessoa, João Corujinha, fez a entrega da premiação aos vencedores e não escondeu a sua satisfação. “ Foi mais um evento de nível realizado pela Prefeitura de João Pessoa e só temos que agradecer a todos os funcionários da rede municipal que se integraram a esse projeto. Com certeza vamos continuar investindo nesse segmento com o respaldo do prefeito Luciano Agra que sempre acreditou na força do esporte”.


O vereador Bosquinho participou da Meia Maratona e elogiou a iniciativa da Prefeitura de João Pessoa. “O secretário João Corujinha e toda a sua equipe estão de parabéns pelo evento que estimula a prática do esporte na corrida pela busca de vida saudável”. O advogado Marcos Pires também foi aplaudido ao cruzar a linha de chegada. “ O importante é participar, pois conhecemos as nossas limitações. Foi uma corrida de bom nível e os organizadores estão de parabéns”.
CLASSIFICAÇÃO FINAL
A equipe de atletismo do GEOTRILHAS/RN agradece o apoio dos seus patrocinadores (Nordeste Fruit, CDA Distribuidora, Neta Consultoria, RN Desigh e Silk Camisetas), que acreditaram no retorno em investir no maior bem do ser humano, que é a saúde.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

III DESAFIO GEOTRILHAS/RN FOI SUCESSO TOTAL

III Desafio GEOTRILHAS/RN de Kart Movimentou o Kartódromo de Natal no último sábado
Um final de tarde com muita velocidade, alegria, amizade e solidariedade. É assim que podemos definir como foi o III Desafio GEOTRILHAS/RN de Kart. Um evento do projeto GEOTRILHAS/RN em parceria com o Grupo Escoteiro do Mar Artífices Náutico com apoio da FUNCERN, Kurt Kart, Primus Pré-Moldados, Secretaria de Juventude Esporte e Lazer de Natal e Escola de Pilotagem Victor Uchôa.
Grupo Escoteiro Candelária e a família do Pioneiro Ranyere Holanda Rezende
O evento contou com a participação de 18 pilotos entre participantes do projeto GEOTRILHAS/RN, professores e servidores do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) e demais convidados que se inscreveram para a disputa do Troféu Gustavo Sondermann. Além da participação de nove membros do Movimento Escoteiro do Rio Grande do Norte, que disputaram o Troféu Pioneiro Ranyere Holanda Rezende, numa ação de solidariedade onde o grid foi formado não pelo tempo dos pilotos, mas sim pela quantidade de quilos de alimentos arrecadados. 
Todos os alimentos serão destinados ao GACC e Casa de Caridade Vicente de Paula
No total foram arrecadados mais de 80 Kg de alimentos, que forma somados com os alimentos provenientes do Leilão Solidário, em que foi leiloado um kit oficial autografado do piloto da Stock Car Thiago Camilo, que gentilmente nos enviou o material para leilão. O kit do atual líder do campeonato brasileiro de Stock Car foi arrematado por 150 Kg de alimentos por Pedro Gonçalves Damasceno Júnior. Ainda estavam a disposição dos interessados, mais dois kits dos pilotos Felipe Maluhy e Raul Boesel, que não atingiram o lance mínimo, e se encontram ainda a disposição dos interessados em ofertarem lances pelo e-mail geotrilhasturismo@gmail.com, ou ainda no próprio Kurt Kart.

Todos os alimentos arrecadados serão encaminhados para o GACC (Grupo de Apoio a Criança com Cancer de Natal/RN) e a Casa de Caridade Vicente de Paula em Ceará-Mirim/RN. 
Premiação do III Desafio GEOTRILHAS/RN de Kart
O III Desafio GEOTRILHAS/RN de Kart contou com um público estimado em 90 pessoas entre organização, pilotos, publico e convidados, como o Presidente da Região Escoteira do Rio Grande do Norte Sr. Carlos Pinto, o Secretário Municipal da Juventude, Esporte e Lazer de Natal Rodrigo Cintra, que também participou da corrida e do Campeão Brasileiro de Kart Mirim Victor Uchoa, que falou sobre a sua carreira ao publico presente, além de ter sido o instrutor de pilotagem dos membros do Movimento Escoteiro.

Confira como foi o resumo do III Desafio GEOTRILHAS/RN.

1ª Bateria - Treino de Classificação
A primeira bateria do Troféu Gustavo Sondermann aconteceu ainda no crepúsculo da tarde, e contou com pilotos ainda inexperientes no kart, o que favoreceu os pilotos Davi Lima, Barão e Jair, que já haviam participado de um Desafio GEOTRILHAS/RN de Kart anterior. Os nove pilotos que foram sorteados para a primeira bateria assumiram seus carros e partiram para cinco minutos de qualificação em que Davi Lima dominou o treino e garantiu a pole position.
Pole Position da 1ª Bateria - Davi Lima

1ª Bateria - Corrida
Logo na largada, Davi Lima confirma o favoritismo do treino livre e abre uma grande diferença para o segundo colocado Jair Firmino, que também abria uma boa vantagem para Barão, que ainda tomou uma volta do líder Davi Lima. No pelotão de trás, as disputas eram mais equilibradas devido a cautela dos demais pilotos, que travavam duelos particulares para não ficarem na última posição. O piloto Eduardo Matos teve problema com seu kart que foi substituído, mas não houve tempo suficiente para recuperar a prova.
Enquanto isso lá na frente, Davi Lima crava a volta mais rápida da bateria com 01:03.05 e cruza a linha de chegada com uma diferença bem tranquila a Jair (00:47.89), que chega em segundo, com Barão em terceiro, Neto e Jairo completando o podium e garantindo as cinco primeiras vagas para o Chase Top 10, que será a final do Troféu Gustavo Sondermann. 
Podium da 1ª Bateria
 

Troféu Pioneiro Ranyere Holanda

Enquanto era disputada a 1ª Bateria do Troféu Gustavo Sondermann, os pioneiros do Movimento Escoteiro do Rio Grande do Norte participavam de um Briefg com Victor Uchôa, o Campeão Brasileiro de Kart Mirim de 2010. Os pioneiros tiraram todas as suas dúvidas quanto ao funcionamento do kart, e quanto a forma de pilotagem. 

Após o briefg foi feito a entrega do Troféu "O Chefe da Galera". Uma promoção feita pelo GEOTRILHAS/RN em que por meio de votação na Internet, os membros do Movimento Escoteiro Potiguar elegeram o chefe escoteiro que eles mais queriam ver disputando o Troféu Pioneiro Ranyere Holanda Rezende dentro da pista. O chefe mais votado foi Bráulio André do 31º/RN Grupo Escoteiro Universitário, que recebeu o troféu, porém não quis disputar a corrida. Em seu lugar, por ter sido o segundo chefe mais votado, assumiu o kart 09 o chefe Julinho. Simplesmente o chefe escoteiro mais antigo em atividade em frente de tropas do Rio Grande do Norte com seus 74 anos.
Membro do GECAM recebendo o Troféu FUNCERN
O restante do grid foi formado pelos pioneiros inscritos na competição. As posições foram definidas pela quantidade de alimentos arrecadados, em que o Grupo Escoteiro Candelária - 44º/RN, na pessoa do pioneiro Ricardo, recebeu das mãos da chefe Maria Soares, Diretora Administrativa do Grupo Escoteiro do Mar Artífices Náuticos ( representando o Diretor Presidente do prof. Francisco Bernardino) o Troféu FUNCEN "A pole position solidária", por ter arrecado a maior quantidade de alimentos (23,500 Kg). O restante do grid foi formado pela divisão do total de quilos dos demais grupos.


Já a corrida do Movimento Escoteiro teve um largada bastante tranquila, em que todos vinha se respeitando muito para que não houvessem acidentes. Porém, foi inevitável algumas rodadas e saídas de pista devido a inexperiencias da turminha. Podemos apontar dois destaques na prova. O primeiro foi a ótima prova de Pedro Henrique do Grupo Escoteiro Prof. Luis Soares, que pulou da última fila para dominar a ponta, em que se aproveitava do erros dos adversários ganhando as posições. O segundo destaque foi sem dúvida a prova do chefe Julinho, que passeava pela pista do kartódromo, não se importando com a disputa dos demais. Apenas aproveitando aquele momento de alegria em poder estar guiando um kart de competição numa pista oficial. No final da prova, tudo parecia tranquilo para o pioneiro Pedro Henrique que cruzou a linha de chegada em primeiro, mas recebeu a bandeira preta de desclassificação por parte dos comissários da prova, por ter dado uma volta a mais após a bandeirada final. Sorte para sua companheira de grupo Camila Nayara, que vinha em segundo e herdou a posição de Pedro Henrique. Fazendo ainda de quebra a volta mais rápida da prova com 01:09.05. O podium foi completado por Ricardo do 44º/RN e Sérgio Filho do 52º/RN, que receberam a premiação das mãos do piloto Victor Uchôa. Ainda foram desclassificados por manobras irregulares os pioneiros
Podium do Troféu Pioneiro Ranyere Holanda Rezende

Troféu Gustavo Sondermann 
Classificação - 2ª Bateria  
A segunda bateria do Troféu Gustavo Sondermann foi sem dúvida a mais difícil de todo o III Desafio GEOTRILHAS/RN de Kart, considerada por muitos presentes até mesmo mais acirrada do que o próprio Chase Top 10. 

O principal motivo para a "Bateria da Morte" como estava sendo chamada, foi simplesmente pelo fato de contar com os pilotos mais experientes inscritos para a competição. Quis o destino que estivessem reunidos na bateria o campeão do I  e vice do II Desafio GEOTRILHAS/RN de Kart, o piloto Lázaro Freire, o vice campeão do 1º desafio Patrício Teixeira, além de pilotos com participação nos dois primeiros desafios como Luara Musse, Vieira Jr.e dos pilotos David Breno e Jeová com participações em outros torneios de kart, e de Pedro Jr. e Rodrigo Cintra que já tinham experiências com o equipamento.

A disputa pela pole position ficou quase que exclusivamente com os pilotos David Breno e Lázaro Freire. O piloto do carro 13 fez a melhor volta da qualificação na primeira tentativa, onde foi logo batido por Lázaro que sustentava a pole até a última volta, quando Breno marca novamente o melhor tempo por 32 milésimo de diferença, aproveitando que Lázaro tinha pego tráfego na última volta.
Pole Position da 2ª Bateria - David Breno

2ª Bateria - Corrida
Com os karts alinhados no grid, a certeza era que seria uma corrida com muitas emoções, que já havia sido comprovada durante a classificação. Quando ás luzes vermelhas de apagarão, começou a grande disputa entre os dois karts da primeira fila, em que Breno escapava de Lázaro. 

A primeira volta foi de uma perseguição intensa, que foi interrompida na entrada da parte mista da pista, quando o Lázaro roda e perde duas posições. Breno abria vantagem seguido por Jeová e Luara Musse que vinha num bom rendimento. Enquanto isso no pelotão intermediário, disputavam posições por uma vaga no Chase Top 10 Rodrigo Cintra, Pedro Jr. e Patrício, que tinha um equipamento a altura para superar os adversários. 

Durante a disputa, Rodrigo Cintra para com problemas mecânicos, mais logo volta a disputa após uma rápida troca por um carro reserva. Enquanto isso, lá na ponta, David Breno fazia volta rápida em cima de volta rápida, marcando a melhor volta da bateria com 01:01.03, e abrindo larga vantagem. O terceiro lugar começou a ser disputado por Luara Musse que tentava segurar Lázaro Freire que vinha se recuperando na prova, e após quatro voltas na cola de Luara, onde a piloto que viria a ser a revelação do III Desafio, foi finalmente ultrapassada na curva antes da  linha de chegada. 

Dai em diante começa uma grande perseguição ao segundo colocado Jeová, que se tornou a grande briga da bateria, e que ambos alternavam de posição até a definição faltando duas volta para o final, quando finalmente na freada do cotovelo da arquibancada Lázaro consegue a ultrapassagem em definitivo. Ao final, David Breno cruza a linha de chegada com larga vantagem, seguido por Lázaro, Jeová em terceiro e os irmãos Musse completado o podium as vagas para o Chase Top 10, com Luara após uma brilhante corrida em quarto e a surpresa Felipe com o quinto lugar.
Podium da 2ª Bateria

Chase Top 10
Classificação
Após a disputa de duas baterias, em que os melhores pilotos se sobressaíram, finalmente chegamos ao Chase Top 10. Seguindo o mesmo modelo de sorteio dos carros das baterias anteriores, os pilotos conheceram as suas posições no grid conforme o tempo da melhor volta durante a disputa de sua bateria de origem. 

A pole position ficou com David Breno que fez marcou a melhor volta de todo o desafio, com um tempo de 01:01.03, e era tido como favorito, assim como Lázaro Freire, de faturar o III Desafio GEOTRILHAS/RN de Kart, mas ainda havia Davi Lima que havia vencido a 1ª bateria, além de Jairo que estava com o kart vencedor das duas baterias anteriores, mais o Troféu Ranyere Holanda Rezende.
Pole Position do Chase Top 10 - David Breno

A Corrida
Os kart partiram para a volta de apresentação para que o público presente pudesse conhecer melhor cada piloto. Após os carros alinhados, a tensão era enorme entre os pilotos pela oportunidade de se sagrar pela primeira vez campeão do desafio. E de ser bi-campeão, fato que só poderia ser alcançado por Lázaro Freire. 

Após autorização do comissário de pista as luzes vermelhas se apagaram e os pilotos partiram em busca da vitória. David Breno conseguiu manter a primeira posição, seguido por Davi Lima e Lázaro Freire. Na curva do "S", o piloto Lázaro Freire roda, perdendo posição para Felipe e Luara Musse, mas consegue voltar a tempo. Mas logo em seguida sai mais uma vez da pista e após voltar, não consegue mais ter o mesmo rendimento do kart, em que após completar a terceira volta o carro morre poucos metros a frente, fazendo com que o sonho do bi-campeonato do desafio terminasse. Lá na frente David Breno pede posição para Davi Lima e Luara Musse que vinha surpreedendo. 

Algumas saídas pistas e colisões vinham acontecendo no pelotão intermediário, fato que o piloto Barão vinha muito sabendo se aproveitar e ganhando algumas posições. Lá frente, após tentativa de aproximação dos ponteiros, David Breno perde a roda de seu kart após uma pilotagem bastante agressiva, e abandona também abandona a prova. Neste momento, o veterano de três desafios GEOTRILHAS/RN, o Barão Voador consegue uma sequencia de ultrapassagens em cima de Jeová, Felipe, Luara e Davi, e consegue se manter com uma vantagem razoável. 

Jairo também começa a ser aproveitar do seu equipamento e também faz uma sequencia de ultrapassagens até o terceiro lugar, em que não consegue se aproximar há tempo de Luara Musse, que passou Davi Lima e confirmou o bom momento do sábado. Enquanto isso, lá na frente, o Barão Voador recebe a bandeirada e entra para o rol dos vencedores do Desafio GEOTRILHAS/RN de Kart. 

O podium é completado pela filha Lura Musse, que também recebeu o Troféu Penélope Charmosa por ter sido a mulher mais veloz. Jairo ficou em terceiro, Davi Lima em quarto e Jeová em quinto.
Podium do Chase Top 10

O resultado geral do Troféu Gustavo Sondermann foi definido pela ordem de chegada do Chase Top 10 (em amarelo), acrescido do restante do pilotos das outras duas baterias, em que foi considerado a melhor volta rápida e ao maior número de voltas completadas.

Comissão organizadora (Wagna consultora, Pedro Jr. consultor, Daniela administrativa e Lázaro diretor de prova)
O III Desafio GEOTRILHAS/RN de Kart superou todas as expectativas, e se mostrou um grande evento que só foi possível graças ao empenho de todos que colaboraram para que isso fosse possível, desde os pilotos, comissão organizadora e parceiros. Em dezembro esperemos novamente poder fazer um outro evento tão grandioso e solidário como esse. Obrigado a todos os nossos companheiros de trilhas e demais amigos.
 

HOSPITAL DA GUARNIÇÃO DE NATAL COMEMORA 70 ANOS COM CAMINHADA ABERTA AO PÚBLICO EM GERAL


Fazendo parte dos eventos comemorativos do Aniversário de 70 anos do Hospital da Guarnição de Natal, será realizada uma Caminhada Comemorativa no dia 14 de agosto de 2011, domingo:
  • A Caminhada terá a concentração e partida na vila militar de oficiais, em área gramada próxima ao parquinho em frente à  Av. Vilagaran Cabrita e chegada no pátio de formatura do Hospital;
  • O alongamento/aquecimento terá início às 7:30 horas;
  • Início da caminhada às 08:00  e término previsto às 10:00 horas;
  • Irá percorrer um trajeto aproximado de 4 km, sendo 01 km por uma trilha ecológica no Parque das Dunas;
  • Será servido água durante o percusso e ao término da atividade um lanche com sucos e frutas no pátio do hospital, para os participantes;
  • Recomenda-se utilizar calçado adequado para caminhada tipo tênis ou similar e roupa confortável (short, bermuda, calção ou calça malha, boné);
  • A camisa comemorativa do evento será distribuída, na área de concentração na vila militar, no dia da caminhada, 14 de agosto, domingo, a partir das 7:00 horas da manhã, para os participantes inscritos.
  • Período de inscrição 20 de julho a 10 de agosto;
As inscrições podem ser feitas no site: http://www.hgunatal.eb.mil.br/70anos/70anos.html 

O Hospital da Guarnição de Natal foi criado em 15 de agosto de 1941. Tinha por missão principal a evacuação dos militares brasileiros da Força Expedicionária Brasileira (FEB) feridos no teatro de operações da 2ª Guerra Mundial. Em razão de sua localização geográfica próxima à Europa e atuando em conjunto com a Base Aérea de Natal, o Hospital funcionava como importante Base de Trânsito para assistência aos feridos trazidos dos longínquos campos de batalha.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

DROPS III DESAFIO GEOTRILHAS/RN DE KART - Senhoras e senhores liguem seus motores

Com a tradicional frase: Ladies and gentlemen start your engines! (Senhoras e senhores liguem seus motores), amanhã o kartódromo Governador Geraldo Melo abrirá suas portas para receber o III Desafio GEOTRILHAS/RN de Kart (Troféu Gustavo Sondermann). O evento terá início a partir das 17h:00, com a realização de duas baterias classificatórias do Troféu Gustavo Sondermann, uma prova especial de cunho beneficente com arrecadação de alimentos denominada Troféu Pioneiro Ranyere Holanda Rezende, destinado aos membros dos movimentos Desbravador e Escoteiro do Rio Grande do Norte, um leilão solidário com kits oficiais autografados dos pilotos Felipe Maluhy, Thiago Camilo e Raul Boesel em prol do GACC e da Casa de Caridade Vicente de Paula, além do chase Top 10, que reunirá os dez melhores pilotos das baterias classificatórias do Troféu Gustavo Sondermann, que definirá o vencedor do III Desafio GEOTRILHAS/RN de Kart.
E para inspirar os participantes do desafio deste ano, o blog do GEOTRILHAS/RN preparou uma seleção de melhores momentos do automobilismo contendo as melhores ultrapassagens e chegadas mais emocionantes do automobilismo. Vale a pena conferir. 
Chegada do GP Talladega NASCAR Nationwide Series 2011 - Vitória de Kyle Bush
Chegada do GP Talladega NASCAR Sprint Cup 2011 - Vitória de Jimmie Johsson
Chegada da Daytona 500 2011 Nascar Sprint Cup - Vitória de Trevor Bayner
Ultrapassagem de Alessandro Zanardi na última volta do GP de Laguna Seca
Final emocionante GP de Chicago de 2008 descidido na fotografia na linha de chegada. Vitória de Helio Castro-Neves
Vitória de Helio Castro-Neves nas 500 Milhas de Indianapolis de 1999
Ayrton Senna faz uma volta mágica no GP do Pacífico de 1993
Gilles Villeneuve dar um show de pilotagem no GP da França de Fórmula 1
As 15 Melhores Ultrapassagens da Formula 1 
Vitória de Felipe Massa no GP do Brasil após 13 anos de jejum de uma vitória brasileira
 

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

DROPS III DESAFIO GEOTRILHAS/RN DE KART - O homenageado Gustavo Sordemann


Semestralmente o projeto GEOTRILHAS/RN organiza o Desafio GEOTRILHAS/RN de Kart que reune os diversos participantes das trilhas do projeto, amigos, colaboradores e convidados. Já são três edições organizadas, em que sempre é homenagiado uma personalidade do automobilismo que empresta seu nome ao troféu disputado no kartódromo de Natal. Para a 3ª edição do desafio, o piloto homenageado é o paulista Gustavo Sondermann, que no início do ano teve sua promissora carreira interrompida pelo acidente fatal na pista de Interlagos durante a primeira etapa da Copa Chevrolet Montana.

Conheça melhor o nosso homenageado.

O piloto e instrutor de automobilismo Gustavo Sondermann nasceu em São Paulo no dia 17 de fevereiro de 1982.Começou no kart aos 16 anos, e em 2002, o piloto começou a correr na Fórmula Renault Brasileira, partindo para versões internacionais da categoria em 2003, 2004 e 2005 – Fórmula Renault Americana, Fórmula Renault Inglesa e Fórmula Renault Europeia.

Voltou ao Brasil em 2006, para correr nas categorias de base da Stock Car. Em 2007 disputou a Stock Light pela equipe FTS Competições. Nesse ano a equipe viveu uma tragédia: o companheiro de Gustavo, o paranaense Rafael Sperafico morreu em um acidente em Interlagos na última etapa do campeonato. Sondermann era o líder no momento do acidente e foi declarado vencedor, com supensão da prova antes que se completassem os 75% do total da corrida. Naquele ano,terminou o campeonato em sexto lugar.

Acidente de Rafael Sperafico na mesma curva em que quatro anos depois Sondermann seria vítima
Em 2008 foi para a equipe Pauta Racing e paralelamente disputou a Pick-Up Racing pela equipe Gramacho, sagrando-se campeão com cinco vitórias em oito etapas, superando pilotos como Paulo Salustiano. Na primeira etapa do campeonato,após vencer,subiu ao pódio com uma camiseta homenageando Rafael,que havia morrido quatro meses antes.

Sondermann da entrevista sobre a pole na Pick Up Race

A conquista do título da Pick Up Racing, em 2008, foi seu melhor momento no automobilismo.

Entrevista de Sondermann após a vitória da 2ª etapa do Pick Up Race de 2008
Em 2009, disputou a Stock Car Light pela equipe Gramacho, possuindo 6 vitórias na categoria e marcou 9 poles.

Entrevista de Sondermann ao Canal Speed

Entrevista de Sondermann sobre o GP de Brasília da Copa Vicar

Vitória de Sondermann no GP de Campo Grande 2010 

Em 2010, Gustavo Sondermann chegou à classe principal da Stock Car e ao mesmo tempo estreou no Itaipava GT Brasil no ano passado, pela categoria Itaipava GT4, correndo em parceria com Ricardo Ribeiro no modelo Maserati. Para esta temporada, a dupla já havia confirmado participação na Itaipava GT3, pilotando um Lamborghini.

Em 3 de abril de 2011, ao sofrer um grave acidente durante uma corrida disputada pela Copa Montana, Gustavo veio a falecer de morte cerebral, aos 29 anos. O acidente aconteceu na quarta volta da prova disputada em Interlagos. Um pneu montado de forma invertida pode ter causado o acidente, o pneu direito traseiro tinha as ranhuras em sentido contrario a dos demais pneus. 

Acidente de Sondermann

Como chovia na hora da prova, a mudança pode ter interferido no volume de escoamento de água dos pneus.O chefe da equipe explicou que a prática do pneu invertido é comum e que possui a aprovação da Goodyear, a fornecedora de pneus.Seus órgãos foram doados e a família teve pressa em encontrar receptores compatíveis, já que sua família é de origem judaica e a religião determina que os órgãos precisam ser tirados e imediatamente transplantados em outro corpo.Seu corpo foi velado e enterrado no dia 5 de abril de 2011 no Cemitério Israelita do Butantã.

Companheiros lamentam a morte de Sondermann

Repercussão na imprensa sobre o acidente de Sondermann

Depoimento de Galvão Bueno sobre o acidente

Sua antiga equipe,a Gramacho, prestou uma homenagem ao piloto, classificando-o como “eterno campeão”. A Confederação Brasileira de Automobilismo anunciou que pretende investigar a morte de Gustavo.Uma comissão de pilotos criada pelo piloto Thiago Camilo defende as novas diretrizes dadas para evitar que acidentes assim ocorram na categoria.

CARREIRA
2002    5º colocado na Fórmula Renault Brasileira
2003    13º colocado na Fórmula Renault Brasileira
2004    3º colocado na Fórmula Renault Americana e 14º colocado na Fórmula Renault Inglesa
2005    Disputa a Fórmula Renault Europeia
2006    8º colocado na Stock Car Light
2007    3º colocado na Stock Car Light
2008    Campeão da Pick Up Racing
2009    4º colocado na Copa Vicar
2010    Estreia na Stock Car e no Itaipava GT Brasil

Homenagem a Gustavo Sondermann


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

DROPS III DESAFIO GEOTRILHAS/RN DE KART - Conhecendo as Categorias (FORMULA 1)


A Fórmula 1 é a mais popular modalidade de automobilismo do mundo no início do século XXI. Ela tem o objetivo de ser a categoria mais avançada do esporte a motor. É regulamentada pela Fédération Internationale de l'Automobile (FIA), com sede em Paris. Ao contrário do que muitos acreditam, o registro oficial da categoria consta como Fórmula Um (Campeonato Mundial de Fórmula Um), com o númeral escrito por extenso, mas também se aceita o uso do 1 e do I.

A história da Fórmula 1 tem início com as competições de Grandes Prêmios disputadas na Europa, no início do século XX. Apenas durante a Segunda Guerra Mundial, houve uma pausa. As competições de Grande Prêmio recomeçaram logo após o fim do conflito, em 9 de Setembro de 1945, prosseguindo até a atualidade, sem interrupções.

Anos 1950: o início

Seguindo os dirigentes do automobilismo, a FIA anunciou a prova inaugural do campeonato mundial de F-1, em um sábado, 13 de maio de 1950 no Circuito de Silverstone, na Inglaterra, para não coincidir com um culto religioso local.
História de Silverstone

O campeonato anunciado compreendia 6 GP's a serem disputados na Europa: Inglaterra, Mônaco, Suíça, Bélgica, França e Itália, e seria ainda adicionado o resultado das 500 Milhas de Indianápolis, tornando, dessa maneira, um campeonato "mundial" (apesar do fato de que os carros, equipes e pilotos que competiam nos EUA serem completamente diferentes dos da Europa).


Devido às dificuldades do pós-guerra, os carros eram todos do pré-guerra. Permitiu-se a participação de carros com motores superpressurizados até 1,5 litro ou com motores aspirados de 4,5 litros. A confirmação da presença da Alfa Romeo foi determinante para o momento. Sua participação com as Alfettas, dominantes na época, trouxe prestígio para o campeonato. Confirmaram presença a Ferrari (mas os carros não ficaram prontos para a prova inaugural), Maserati, algumas "Voiturettes" ERA e carros esportivos modificados, como os Talbots.


Seriam descartados os 3 piores resultados das 7 corridas disputadas. A pontuação era assim dividida: 8 pontos para o primeiro colocado; 6 para o segundo; 4 para o terceiro; 3 para o quarto; 2 para o quinto colocado e um ponto para o piloto que marcasse a volta mais rápida da prova.


A prova inaugural em Silverstone contou com um público de 100.000 pessoas estimadas, além da presença do Rei George VI, a Rainha Elizabeth e a princesa Margareth.


Após o domínio nos dois primeiros anos das Alfettas e as antigas voiturettes, a Ferrari apresenta um carro vencedor com motor de 4,5 litros e domina completamente os anos de 1952 e 1953, dando a Alberto Ascari o título de bicampeão. Neste momento, a Alfa, que competia ainda com as Alfettas (projeto do pré-guerra) não tinha recursos financeiros para investir no desenvolvimento de um novo projeto e decide abandonar a categoria.
O grande campeão Juan Manoel Fangio

Em 1954, a Mercedes-Benz retorna ao esporte com um carro perfeito que deu a Juan Manuel Fangio mais 2 títulos, tornando-se tricampeão mundial. Os carros são menores, com motores de 2,5 litros. Ao final de 1955, a Mercedes abandona as competições em razão da tragédia de Le Mans ocorrida naquele ano, quando mais de 80 espectadores morreram quando a Mercedes de Pierre Levegh projetou-se sobre a multidão. Neste momento, a Ferrari contrata Fangio, que conquista o quarto título na F-1. Em 1957, ele conquista seu quinto (e último) título pela Maserati.


Em 1955, a Vanwall, primeira equipe inglesa de F-1, apresenta um carro originalmente concebido para a Fórmula 2 de 2,0 litros, porém equipado com freios a disco e injeção de combustível. Em 1956, a Vanwall apresenta o motor de 2,5 litros e um novo chassi concebido por Colin Chapman, que nesta época desenvolvia carros esporte para a Lotus. Após algumas modificações introduzidas na suspensão por Chapman e a contratação de um especialista em carrocerias, Frank Costin, o carro da Vanwall tornou-se extremamente competitivo. Para brigar pelo campeonato foram contratados 2 excelentes pilotos: Stirling Moss e Tony Brooks. Assim, a Vanwall se tornou a primeira equipe campeã de construtores em 1958.


Em 1958, a Cooper apresenta um pequeno carro (baseado nos modelos da Fórmula 3 de 500cc) com motor de fabricação própria, montado na parte traseira, com um acentuado índice de avanço técnico comparado aos carros da época. Este carro marcou os modelos da década que se iniciava já sendo campeão de construtores e de pilotos, com o australiano Jack Brabham, em 1959 e 1960.

As cores dos carros


As cores tradicionais dos carros no início da Fórmula 1 eram: o verde para as equipes inglesas, o vermelho para as italianas, o azul para as francesas e o branco alemão. Nessa época, a F-1 era essencialmente um esporte, e o mercantilismo ainda não tinha tomado conta. As equipes eram mantidas com ajuda das empresas de petróleo e fabricantes de pneus. Essa obrigação durou até 1968.

A primeira mulher


No ano de 1958, pela primeira vez a Fórmula 1 teve uma mulher piloto alinhando no grid. Foi a italiana Maria Teresa de Filippis.Ela tentou se classificar para 5 grandes prêmios, quatro deles pela equipe Maserati e um pela Porsche. Classificou-se para três deles. Sua melhor atuação foi em sua segunda corrida, na Bélgica em 1958, quando largou na 15ª colocação e terminou na 10ª.
Documetário japonês sobre Maria Teresa de Filippis

Anos 1960

Devemos, antes de tudo, ter cuidado ao analisar este período sem o romantismo que temos costume de enxergar estes anos, pois senão corre-se o risco de não dar o valor merecido a este importante momento da categoria. Nos anos 1960 ocorreram as mais profundas mudanças na Fórmula 1. Foi o grande momento para os entusiastas (também chamados na época de garagistas, com um tom de menosprezo pelas grandes fábricas). Consolidou-se o motor traseiro, a tecnologia de 4 válvulas por cilindro, Chapman iniciou uma nova era com o monocoque e a maior das descobertas: a aerodinâmica. Diferentes asas e spoilers apareceram a partir de 1967, mas, após 1968 é que aconteceu uma revolução neste campo.
A Formula 1 dos anos 60

A década começou com motores gerando 160hp e terminou com carros equipados com o motor Cosworth DFV chegando a desenvolver 450hp, o que determinou um avanço no desenvolvimento dos pneus que se tornavam cada vez mais largos, mas ainda providos de sulcos. Mas os pilotos já precebiam que com o desgaste nem sempre se perdia em aderência, e já no início de 1970 os primeiros pneus slick apareceram.


No campo da propaganda, esta época foi decisiva para o futuro das competições na Fórmula 1 como conhecemos hoje. A Lotus se juntou a uma empresa de tabaco em 1968, e criou a equipe Gold Leaf Lotus, com carros pintados de vermelho, branco e dourado, o que fez desaparecer o tradicional verde britânico. As competições se transformaram num meio comercial.


Mas os anos 1960 também trouxeram muitas mortes nas pistas. Jackie Stewart passou a exigir mais segurança na Fórmula 1. Tudo começou num gravíssimo acidente que ele sofreu em 1966 na pista belga de Spa-Francorchamps. Uma tempestade atingiu o circuito, e deixou seco somente o grid de largada. Na rápida Masta Straight, a BRM de Stewart girou e caiu em uma vala, e ele ficou preso no carro com o macacão encharcado de gasolina, enquanto Graham Hill e Bob Bondurant tentavam desparafusar o volante para poderem retirar Stewart de dentro do monocoque avariado. A partir daí, disse que não correria na equipe se não tivesse segurança no carro. Foi ele que idealizou o capacete que cobre toda a cabeça do piloto e do macacão antichamas. A partir daí, ele chegou a ser ridicularizado por aqueles que achavam que as competições deviam ser um esporte de riscos. Ficou, inclusive, conhecido como homem vacilante, mas se tornou campeão do mundo por 3 vezes.


O ano de 1960 registrou a última vitória de um carro com o motor de 2,5 litros montado à frente do piloto na Fórmula 1, uma Ferrari pilotada por Phil Hill, na pista inclinada de Monza. A Cooper se tornou campeã de construtores e seu piloto, Jack Brabham, o campeão dos pilotos, assim como acontecera em 1959.


A partir de 1961, os dirigentes da Fórmula 1 optaram pelos motores de 1,5 litro, o que trouxe de volta o domínio dos carros vermelhos da Ferrari de nariz de tubarão. Phil Hill se tornou campeão de 1961 com 5 pontos de vantagem sobre Wolfgang von Trips, também da Ferrari, que se sagrou campeã entre os construtores. Entretanto, a conquista ferrarista foi ofuscada pela trágica morte de Von Trips, em plena Monza.


Em 1962, os ingleses reagiram e as equipes BRM (campeã de construtores e pilotos, com Graham Hill em 1962) e Lotus (campeã em 1963) passaram a dominar o circuito. Em 1964, a Ferrari retoma o título de construtores e pilotos com John Surtees (que já tinha 7 títulos de Motovelocidade nas 350cc e 500cc quando foi para a Fórmula 1). A Lotus venceu o campeonato de 1965, novamente com Jim Clark, tendo conquistado o título individual, como já havia ocorrido em 1963.


Em 1966, a Fórmula 1 passou a contar com motores de 3,0 litros, mas os motores de até 1,5 litro superpressurizados também eram permitidos (mas foi ignorado na época). Jack Brabham conquistou seu terceiro e último título de campeão de Fórmula 1, mas registrou um feito até os dias de hoje único: foi campeão de construtores e pilotos tendo fabricado o próprio carro! Em 1967, a Brabham vence o campeonato, mas desta vez o piloto neozelandês Denny Hulme supera "Old Jack" por 3 pontos e conquista o título.


Graham Hill venceu o campeonato de 1968, e a Lotus foi a campeã dos construtores, mas o ano ficou marcado pela morte de Jim Clark, no dia 7 de Abril, em uma prova de F-2 em Hockenheim. Tal qual 26 anos após, em Ímola, o mundo do esporte ficou terrivelmente abalado. Após sua morte, Jackie Stewart iniciou a cruzada pela segurança no esporte.


1969 marcou a entrada na Fórmula 1 do potente motor Ford-Cosworth DFV, que exerceu domínio na F1 tendo sido usado até 1981 e tendo conquistado 10 títulos. Correndo pela equipe francesa Matra, Stewart conquista seu primeiro título, dando à Matra sua única conquista entre os construtores.

Anos 1970

Não podemos analisar a década de 1970 na F1 sem falarmos de Bernie Ecclestone, Colin Chapman, o motor V8 Ford-Cosworth DFV e a equipe Renault.
A Formula 1 da década de 70
 

No ano de 1971, Ecclestone comprou a equipe Brabham pela quantia de £100.000. Em 1972 assumiu a direção de uma organização criada pelas equipes inglesas, a FOCA (Formula One Constructor´s Association), com o objetivo de negociar suas participações junto aos organizadores das competições. Os proprietários dos circuitos tinham até o final dos anos 1960 toda vantagem comercial nas negociações, chegando a controlar a receita das equipes e deter poder político dentro da CSI (Commision Sportif Internationale) - sub-comissão esportiva da FIA. Ecclestone unificou a Fórmula 1 e criou condições para a realização das competições que os proprietários de circuitos tiveram que aceitar, anulando o poder que estes detinham até então. Em 1979, Ecclestone foi o escolhido pela FIA para negociar e administrar os direitos de transmissão de TV.


No final da década de 1960, os fabricantes de carros concentravam seus investimentos em carros esportivos, mas com a introdução do motor Ford-Cosworth DFV em 1967, as equipes podiam concentrar atenção e verba no desenvolvimento de chassis; O DFV estava disponível a qualquer equipe pelo custo de £7.500 por unidade. Em 1974 as únicas equipes que não o utilizavam eram a Ferrari e a BRM. O crescente aumento de audiência na TV criou um atrativo para patrocinadores, inicialmente os que não faziam parte da indústria automobilística, como o segmento tabagista. Não tardou para os fabricantes de carros voltarem a participar da F1.


Em 1977, a Renault retornou às corridas de Grande Prêmio (após ter se retirado em 1906), com o projeto de fazer do motor turbo um vencedor na Fórmula 1, que já era desenvolvido em corridas de carros esporte e endurance, como Le Mans. O V6 Turbo francês, que produzia mais de 1.000 HP, preocupava as equipes que utilizavam (sem outra alternativa) o Cosworth DFV e quando em 1978, Colin Chapman descobriu o efeito-solo (compensar a falta de potência prendendo o carro ao solo), deu uma sobrevida de mais 6 anos ao DFV. A Renault obteve seu primeiro triunfo em julho de 1979, com a vitória de Jean-Pierre Jabouille no GP da França, marcado pelo antológico duelo entre René Arnoux e Gilles Villeneuve.
Duelo René Arnoux X Gilles Villeneuve

Os anos 1970 também revolucionaram a fabricação dos pneus. Em 1971, foram adotados os pneus Slick (sem sulcos), que alguns pilotos ainda achavam que seriam escorregadios, e quando do retorno da Renault em 1977, a Michelin foi sua parceira no fornecimento de pneus, utilizando, pela primeira vez na Fórmula 1, os pneus Radiais. O sucesso foi imediato. Já em 1978, a Ferrari trocou a Goodyear (com tradicionais pneus de lonas diagonais) pelos radiais da Michelin.


No que tange à competição na pista, a década começou com um acontecimento curioso, ligado a um fato triste: o campeão da temporada de 1970 foi o austríaco Jochen Rindt, que é até hoje o único campeão póstumo da categoria. Apesar de ter iniciado sua carreira na Fórmula 1 em 1964, somente em 1969 teve um carro a altura de seu talento, quando veio a primeira vitória. Na temporada de 1970, foram 5 vitórias quando em uma sessão de treinos em Monza, entrou forte na Parabólica e perdeu o controle da Lotus, o que causou sua morte instantânea. Rindt tinha 45 pontos nesta altura da temporada, e com o resultado da prova de Monza Clay Regazzoni (31 pontos), Jack Brabham (25 pontos), Stewart (25 pontos), Hulme (23 pontos) e Jacky Ickx (19 pontos) entraram na briga pelo título com 3 provas a disputar e 18 pontos em jogo. 

Na prova seguinte, no Canadá, Brabham, Stewart e Hulme abandonaram e se despediram da disputa do título. A próxima corrida seria disputada em Watkins Glen e Ickx, que havia vencido no Canadá, precisava de vencer esta e a última corrida, no México, e Regazzoni, 2°colocado no Canadá, precisava de 1 vitória e um segundo lugar, mas Ickx chegou em 4º, Regazzoni não marcou nenhum ponto e desta forma a temporada estava decidida. Com uma vitória no México, Ickx tornou-se o vice-campeão e Regazzoni, que chegou em 2º na última prova, ficou com a terceira colocação no campeonato. Vale aqui o registro que o GP da Inglaterra, o sétimo de um total de treze, marcou a estréia daquele que abriu as portas para os pilotos brasileiros na Europa: Emerson Fittipaldi, que na sua temporada de estréia já venceu sua primeira corrida, o G.P. dos Estados Unidos, em Watkins Glen.


A temporada de 1971 foi inteiramente dominada por Jackie Stewart, que viria a se tornar o maior piloto daquela década - mesmo com a estréia de Niki Lauda, guiando um Tyrrell 003. Ao final da temporada, Stewart fechava com 62 pontos, contra apenas 33 pontos de Ronnie Peterson, com 6 vitórias e um 2º lugar em 11 provas disputadas.


1972 foi o ano de Fittipaldi. Com 5 vitórias, 2 segundos lugares e um terceiro, somou 61 pontos, sagrou-se campeão com 2 provas de antecedência. Com 45 pontos e 5 vitórias, coube a Stewart o vice-campeonato e com 39 pontos Denny Hulme ficou em terceiro. Emerson se tornou o mais jovem campeão do mundo com 25 anos, estatística que foi batida somente em 2005 por Fernando Alonso.


Em 1973, Stewart deu o troco e conquistou seu terceiro e último título mundial de Fórmula 1. Com 5 vitórias, 2 segundos, 1 terceiro, 2 quartos e 2 quintos lugares (não marcou em apenas 2 provas) somou 71 pontos, 16 a mais que Emerson, o vice-campeão. Ronnie Peterson, companheiro de Fittipaldi na Lotus, ficou em terceiro, a apenas 3 pontos do brasileiro. No GP da África do Sul, o terceiro da temporada, mais um brasileiro estreou na F-1: José Carlos Pace, que somou 3 pontos no ano. 1973 marcou também a aposentadoria de Stewart, aos 34 anos, após 9 temporadas, 101 GP's, 27 vitórias, 17 poles e 15 voltas rápidas. A Tyrrell Racing jamais seria forte novamente.


A temporada de 1974 também foi muito disputada e faltando 2 provas para o final, Clay Regazzoni (Ferrari) tinha 46 pontos, Emerson Fittipaldi (que trocou a Lotus pela McLaren) tinha 43 pontos, Jody Scheckter (Tyrrell) tinha 45 e Niki Lauda (Ferrari) somava 38. A prova a seguir seria disputada no Canadá e foi vencida por Emerson, seguido de Regazzoni. Scheckter e Lauda abandonaram. Para a última prova, nos Estados Unidos, novamente em Watkins Glen, Scheckter precisava da vitória, pois Emerson e Regazzoni estavam empatados com 52 pontos. Quem venceu foi o argentino Carlos Reutemann, com o brasileiro Pace em segundo, seguido de James Hunt e Emerson Fittipaldi, que se tornou bicampeão mundial de Fórmula 1. Regazzoni terminou em 11º e Scheckter não completou a prova.


Em 1975, Lauda não deu chance a ninguém. Fechou o ano com 64 pontos, 19 de vantagem para Emerson, que foi o vice-campeão, seguido por Reutemann, que somou 37 pontos. Nos anos 1970 morriam 2 pilotos por temporada e ao chegarem em Barcelona, para o GP da Espanha, os pilotos verificaram que os guard rail's não haviam sido colocados de forma correta. Fittipaldi deu um ultimato aos organizadores de que os pilotos não treinariam "enquanto o guard rail for peça decorativa". Os organizadores ameaçaram confiscar carros e equipamentos nos boxes forçando aos donos de equipes obrigarem seus pilotos a entrarem na pista. Emerson, Wilson Fittipaldi Júnior e Arturo Merzario tiveram coragem de ficar fora da pista. 1975 marcou a estréia da Copersucar-Fittipaldi, que disputou o campeonato de F1 até 1982. Este ano foi marcante para José Carlos Pace, que somou 24 pontos e conquistou sua primeira (e única) vitória, no Grande Prêmio do Brasil, em Interlagos, autódromo que hoje leva seu nome.


A temporada de 1976 começou muito boa para Lauda. Após 5 vitórias na primeira metade do ano, ele sofreu um terrível acidente no Grande Prêmio da Alemanha, e só sobreviveu graças a coragem de Arturo Merzario, Brett Lunger, Harald Ertl e Guy Edwards. Lauda, que passou 4 dias na UTI (tendo chegado até a receber a extrema-unção, em virtude de seu gravíssimo estado de saúde), lutou para recuperar a forma a tempo de disputar o Grande Prêmio da Itália, em Monza, onde chegou em quarto lugar. Alcançou o mesmo resultado na prova seguinte, no Canadá. Não marcou pontos nos EUA. Foi para a última prova no Japão, onde enfrentou um temporal que o fez resolver abandonar a prova, permitindo assim que James Hunt (McLaren) conquistasse seu único título por apenas um ponto de vantagem. Esta temporada marcou a saída de Emerson Fittipaldi da McLaren, indo ser piloto da Copersucar, abrindo mão de lutar por um possível terceiro título mundial. O brasileiro somou 3 pontos em 1976.


A midia arrasou Lauda, chegando a dizer que ele havia se acovardado, mas ao conquistar o título de 1977, o tri-campeonato, tornou-se maior novamente. Somou 72 pontos contra 55 de Jody Scheckter e 47 de Mario Andretti. Lamentavelmente, para os torcedores brasileiros, no dia 18 de Março de 1977, Pace sofreu um acidente fatal com seu monomotor ao retornar da fazenda de um amigo que faleceu também no acidente, em Mairiporã, na Grande São Paulo.


Em 1978, Lauda mudou-se para a Brabham, mas viu a Fórmula 1 ser dominada pela Lotus. Mario Andretti conquistou o título com 13 pontos de vantagem sobre seu companheiro de equipe, Ronnie Peterson. O "sueco voador" não terminou aquela temporada. Um acidente depois da largada do Grande Prêmio da Itália, em Monza, envolvendo vários carros o vitimou. O ano de 78 marcou a entrada do brasileiro Nelson Piquet na Fórmula 1, correndo pela equipe Ensign.


O título de 1979 foi disputado pelos pilotos da Ferrari, Jody Scheckter e Gilles Villeneuve que conquistaram 3 vitórias e 3 segundos lugares cada um, mas com vantagem para Scheckter, que somou 51 pontos contra 47 do canadense. O australiano Alan Jones somou 40 pontos, com 4 vitórias e 1 terceiro lugar e terminou o ano na terceira colocação. Ao final da temporada, Niki Lauda comunicou que estava se aposentando por não ter motivação para correr.

Anos 1980 - A era McLaren-Williams e os tricampeonatos de Lauda e Piquet

Depois das emocionantes temporadas da década de 1970, chegou a década de 1980. A Williams e McLaren imperavam nas pistas, mas equipes tradicionais, como Lotus e Ferrari, começavam a sentir a crise. Tal período foi considerado um dos melhores da história da F-1. 

Em 1980, o australiano Alan Jones triunfou com a sua Williams. Em 1981, deu Nelson Piquet, competindo pela Brabham. 1982 foi um ano triste para alguns torcedores, devido aos acidentes fatais de Gilles Villeneuve e Riccardo Paletti. Mas o austríaco Niki Lauda, que havia se afastado da categoria depois de 1979, retornou, agora como piloto da McLaren. O finlandês Keke Rosberg surpreendeu e ganhou o campeonato com apenas uma vitória. Em 1984, Lauda faturou o tricampeonato por apenas meio ponto de diferença sobre Alain Prost - se Prost tivesse vencido o Grande Prêmio de Mônaco (com mais da metade da corrida disputada), interrompido pela chuva, o francês seria campeão. Foi nessa temporada que surgiu Ayrton Senna, um dos maiores pilotos da história da categoria. 

Entrevista com Airton Senna antes de sua entrada na Formula 1
Vitória de Piquet no GP do Brasil de 1983
Em 1985, Prost não deixa o título fugir. Em 1986, ele repete a dose, aproveitando os estouros dos pneus dos carros de Piquet e de Nigel Mansell. Em 1987, a disputa seria entre Piquet e o inglês. O Leão bateu forte em Suzuka, e não teve condições de correr. Piquet conquistou o tricampeonato.

Primeira Vitória de Senna em 1985

1988-1989: o domínio da McLaren e a histórica disputa entre Senna e Prost


A rivalidade Senna X Prost
1988 e 1989 foram os "anos McLaren", pois Ayrton Senna, vindo da Lotus, e Alain Prost, que havia vencido em 85 e 86, reinaram absolutos. Em 1988, Senna conquistou seu primeiro título mundial numa temporada em que a McLaren venceu 15 das 16 provas disputadas. Apesar da supremacia da equipe, o ano foi marcado pelo duelo histórico entre os dois pilotos, com Senna vencendo oito corridas e Prost conquistando a vitória em sete provas. Senna chegou ao título na penúltima prova do campeonato, no Grande Prêmio do Japão, numa das suas maiores exibições de toda a sua brilhante carreira. O piloto brasileiro largou na pole position, mas teve problemas logo no início com o motor de seu carro. Este detalhe deixou Senna parado no grid por alguns segundos e o fez cair para a décima quarta posição, trazendo maior dramaticidade à disputa com Prost, que assumiu a liderança da corrida. Numa recuperação incrível, Senna ultrapassou seus adversários, alcançando a segunda posição na vigésima volta e tomando a liderança do piloto francês na vigésima oitava, conquistando o campeonato e inserindo seu nome definitivamente no hall dos maiores pilotos da história da Fórmula 1.

Primeiro  campeonato mundial de Formula 1 de Ayrton Senna
Em 1989, Prost faturou o tricampeonato, igualando-se a Nelson Piquet, Jack Brabham, Jackie Stewart e Niki Lauda em número de títulos. O título do francês foi polêmico e também teve como palco o Grande Prêmio do Japão. Em nova disputa emocionante, ele e Senna bateram em uma curva, depois de uma fechada do francês, que tinha a vantagem na pontuação do campeonato e lucraria com o abandono de Senna. Enquanto Prost deixou a corrida, o piloto brasileiro se manteve na pista e venceu a prova, mas foi desclassificado por cortar caminho na chicane e ser empurrado pelos fiscais de prova. Com a desclassicação, a vitória ficou com o italiano Alessandro Nannini, da Benetton e o título ficou com Prost.
Manobra que deu o titulo de 1989 para Alan Prost

Anos 1990

1990-1993: duelos quentes


A década de 1990 foi um divisor de águas na F-1. Em 1990, Senna dá o troco em Prost, que estava na Ferrari. Ambos bateram, agora na largada do Grande Prêmio do Japão, e ficaram fora. Nelson Piquet venceu a prova, com Roberto Pupo Moreno em segundo, e Aguri Suzuki, da Larrousse, chegou em terceiro lugar, melhor resultado de um piloto japonês na F-1. 
Acidente que deu o titulo de 1990 a Ayrton Senna
Última dobradinha do Brasil na Formula 1
Em 1991, deu Senna novamente. Nesse ano, surgiu aquele que seria o maior recordista da categoria, Michael Schumacher, substituindo o belga Bertrand Gachot, preso por ter se envolvido em uma briga em Londres. 
Vitória de Senna em Interlagos 1991
Título de Senna de 1991
Michael Shumacher em seu primeiro ano de Formula 1
Em 1992, Nigel Mansell consegue o título, e se manda para correr na CART, se sagrando campeão. 
Melhores Momentos da temporada de 1991
 
Melhores Momentos da temporada de 1992
Já em 1993, Alain Prost, depois de se licenciar para uma fracassada passagem como piloto de teste da Ligier em 1992, se tornando comentarista em seguida, voltou com tudo. Ele foi tetracampeão pela Williams e encerrou definitivamente sua vitoriosa carreira.
Vitória de Senna em Interlagos em 1993
Melhores Momentos da temporada de 1993
Última vitória de Senna na Formula - 1

1994 - A morte de Senna e o começo da Era Schumacher


1994 é considerado o annus horribilis da Fórmula 1 por causa de inúmeros acidentes. Em San Marino, ocorreu o chamado "Fim de semana negro". Na sexta-feira, Rubens Barrichello, da Jordan-Hart, sofreu um forte acidente na Variante Bassa, e foi impedido de correr, sendo substituído por Andrea De Cesaris. 

Acidente de Rubens Barrichello
No sábado, Roland Ratzenberger, piloto da Simtek, roda na curva Villeneuve, e bate brutalmente no muro. Ele morreu pouco tempo depois. 

Acidente de Ratzenberger
Na corrida, outro acidente assustou a torcida: o português Pedro Lamy espatifou a sua Lotus na Benetton de Jyrki Järvilehto, mas os dois saíram ilesos. Oito torcedores ficaram feridos após serem atingidos por um pneu que voou por sobre a arquibancada. Mas os torcedores esperavam o pior: Ayrton Senna, que abria distância frente a Schumacher, perde o controle da Williams (após a quebra da coluna de direção do seu carro, que fez com que o carro passasse direto na curva, chocando-se com o muro. Com o impacto, a suspensão dianteira direita se partiu, e a ponta do triângulo do braço da suspensão o atingiu na têmpora) e bate violentamente na curva Tamburello. O brasileiro sofreu ferimentos graves, e foi internado no Hospital Maggiore de Bolonha. Porém, o tricampeão faleceu. As comunicações no circuito entraram em colapso, permitindo que o piloto francês Érik Comas, da Larrousse, deixasse o pit-stop e retornasse à corrida quando ela já havia sido interrompida. Comas (ex-piloto da Ligier e campeão da Fórmula 3000 em 1990) somente entendeu o que estava acontecendo quando os fiscais de pista mais próximos ao acidente tremularam nervosamente suas bandeiras vermelhas indicando-lhe a situação, o helicoptero estava parado na pista logo depois da curva tamburello, onde Senna havia batido sua willams, uma curva que é feita a cerca de 300km/h. Se não fosse a atitude dos fiscais ao balançarem as bandeiras vermelhas(prova interrompida), Comas vindo na curva tamburello a mais de 300km/h, não conseguiria freiar e poderia ter batido no helicóptero. O experiente italiano Michele Alboreto se atrapalha nos boxes, e o pneu traseiro esquerdo de sua Minardi escapa, se chocando contra os mecânicos da Ferrari e ferindo um da Lotus. 

Acidente de Ayrton Senna em Imola 1994
O terror parecia continuar quando Karl Wendlinger, da Sauber, bateu na saída do túnel em Mônaco. O austríaco ficou em coma, se recuperou, mas não voltou. No fim, deu Schumacher. O alemão da Benetton chegou à Austrália com um ponto de vantagem sobre Damon Hill, da Williams. Os dois bateram, e ficaram fora. Nigel Mansell, que voltara da Indy, venceu a corrida. Ao fim dessa temporada, duas equipes se despediram melancolicamente: a Larrousse, que somou dois pontos, e a Lotus, que após 36 anos de trabalho, teve um fim indigno, não marcando nenhum ponto, ficando à frente apenas da fraca Simtek.

Manobra que deu o titulo de 1994 a Michael Shumacher
Melhores Momentos da temporada de 1994

1995-1999: o bicampeonato de Schumacher, os títulos de Damon Hill e Jacques Villeneuve, o bicampeonato de Mika Häkkinen e a quebra do jejum de títulos da Ferrari


Já em 1995, Schumacher ganhou o bicampeonato com relativa facilidade.
  
Vitória de Shummacher no GP do Pacífico de 1995
Em 1996, deu Damon Hill, e o herdeiro de Graham Hill se tornou o único filho de um campeão a repetir o feito do pai. 
Em 1997, Jacques Villeneuve, da Williams, faturou seu primeiro título na categoria. 

Título de Villeneuve em 1997

Em 1998 e 1999, a McLaren voltou com tudo. Mika Häkkinen venceu as duas temporadas por pequenas vantagens sobre Schumacher e Eddie Irvine. Neste último ano, a Ferrari encerrou o jejum de dezesseis anos sem um mundial de constutores.

Anos 2000: novos tempos

2000-2004: Domínio de Schumacher e da Ferrari


Entre 1998 e 2004, a "Era Schumacher" chegou ao auge, pois o germânico ganhou cinco campeonatos seguidos. Em 2003, Schumacher sofreu. Kimi Räikkönen, da McLaren, e Juan Pablo Montoya, da Williams, ameaçavam o reinado do ferrarista. Porém, nos EUA, Montoya teve um fraco desempenho, e somente Räikkönen era o único a bater Schumacher. No entanto, Kimi também não esteve muito bem, e Schummy venceu por dois pontos. Em 2004, Schumacher não teve piedade dos inimigos, e venceu quase tudo.
Primeira vitória de Rubens Barrichello

2005-2006: Alonso e Renault no topo


Em 2005 e 2006, Fernando Alonso, da Renault, garantiu o título, dando à Espanha o bicampeonato. 2005 foi também o ano de despedida de duas equipes tradicionais: a Minardi e a Jordan, que por pouco não protagonizaram um pódio histórico nos EUA, se Schumacher e Rubens Barrichello abrissem mão da vitória. Em 2006, Felipe Massa,substituto de Rubinho, venceu pela primeira vez. Três equipes estrearam nessa temporada: Super Aguri, S.T.R. e Midland. Foi também no certame de 2006 que Michael Schumacher se despediu após ter batido quase todos os recordes - apenas o de maior número de corridas não foi quebrado.

Primeira vitória de Felipe Massa GP da Turquia 2006

Vitória de Felipe Massa no GP do Brasil em 2006

Especial Michael Shumacher

2007: um duelo histórico


A temporada de 2007 foi uma das mais disputadas da história recente da categoria. Lewis Hamilton, estreante e primeiro piloto negro da história da F-1, conseguiu ser o piloto sensação da temporada, liderando a maior parte do tempo o campeonato de pilotos. Porém, nos GPs da China e do Brasil, os dois últimos, o jovem inglês cometeu dois erros que lhe custaram o título. Kimi Räikkönen, de forma inesperada, conquistou seu primeiro título mundial por uma diferença de apenas um ponto sobre Hamilton e Alonso. 

 Raikkone campeão de 2007
A temporada foi marcada também pelo caso de espionagem feita pela equipe McLaren sobre a Ferrari, que resultou na perda de todos os pontos da equipe McLaren, além de ter corrido o risco de ser excluída do campeonato. Felipe Massa ficou na quarta posição do campeonato.

2008: Brasil de volta à disputa do título


O campeonato de 2008 foi o mais disputado dos últimos tempos, com boa performance de pilotos novatos, com destaque para Sebastian Vettel, da Scuderia Toro Rosso, que se tornou o piloto mais jovem a vencer um GP da categoria. Nesse ano, houve melhora na perfomance de equipes como STR, Renault e Toyota, que podem figurar entre as grandes equipes em 2009.

A decisão aconteceu em Interlagos, onde Felipe Massa e Hamilton duelaram, até os últimos metros pelo título.


A decisão foi até a última volta. Felipe Massa precisava vencer e fez sua parte. Com a vitória de Felipe, Hamilton não podia chegar em posições inferiores ao quinto lugar. No final da prova, choveu mais forte. Todos trocaram pneus, menos Timo Glock, que passou Hamilton, e deixou o inglês segurando a pressão de Sebastian Vettel, com sua STR.


Vettel ultrapassa Hamilton, mas, na última curva, Glock, com pneus slick, "patinava", e com dificuldades visíveis de manter o carro na pista. Hamilton passou Timo, foi para o 5º lugar e conquistou seu primeiro título mundial por apenas 1 ponto de diferença.


O heptacampeão Michael Schumacher, em entrevista, disse que nunca viu corrida tão emocionante como a de Interlagos em 2008.

Titulo de Lewis Hamilton de 2008 no GP do Brasil

Esta temporada se revelou equilibrada entre grandes equipes como Ferrari, McLaren e Renault, que veio se recuperando no fim do campeonato. Não devem ser esquecidos os erros grotescos da Ferrari, que custaram o campeonato da equipe e de Massa.


Nelsinho Piquet conquistou bons resultados na segunda metade do campeonato. No entanto o herdeiro de Nelson Piquet teve sua carreira manchada na Formula 1, quando ao final da temporada foi revelada uma conspiração da equipe Renault, na qual ele confessou ter batido propositadamente (cumprindo ordens do chefe da equipe, Flavio Briatore, e o engenheiro chefe, Pat Symonds) na corrida de Cingapura, dando assim a vitória ao seu companheiro Fernando Alonso.
Entrevista com Nelson Piquet sobre o caso Nelsinho

Este ano marcou a aposentadoria do inglês David Coulthard, que abandonou logo na largada do GP de Interlagos, e a quebra do recorde de corridas disputadas, pertencente a Rubens Barrichello.

2009: a temporada das surpresas


O ano de 2009 foi marcado pela redenção do inglês Jenson Button, que havia perdido seu lugar com a saída repentina da Honda. Entretanto, Ross Brawn, que já havia trabalhado com Button e Rubens Barrichello em 2008, comprou o espólio da equipe japonesa e a rebatizou com seu sobrenome. Os motores dos carros eram da Mercedes-Benz, e na Austrália, Button teve um começo avassalador, quebrado somente no GP da China, vencido pelo alemão Sebastian Vettel, da RBR.


Além da Brawn GP e da RBR, merece destaque a ascensão da Force India, que equipado com motor Mercedes, fez um campeonato sem grandes erros como em 2007 (ainda com o nome Spyker) e 2008. Giancarlo Fisichella conquistou a primeira pole, o primeiro pódio e os primeiros pontos da equipe de Vijay Mallya, no GP da Bélgica. Adrian Sutil, companheiro de Fisico, também fez uma temporada acima das expectativas. O mesmo não se pode dizer de Luca Badoer, piloto de testes da Ferrari, que após dez anos sem correr uma etapa da categoria, acabou sendo escolhido para suceder Felipe Massa, afastado após sofrer grave acidente na Hungria, ao ser atingido por uma mola do carro de Rubens Barrichello. Badoer não conseguiu pontuar e Fisichella assuimiu o posto, realizando seu sonho de pilotar um carro da Scuderia.
Acidente com Felipe Massa no GP da Hungria de 2009
100ª Vitória Brasileiro conquistada por Barrichello - GP Valência de 2009 
Titulo de Button no GP do Brasil de 2009
Na temporada de 2011 seriam disputados 20 Grandes Prêmios de Fórmula 1. Mas com o cancelamento do GP do Bahrein devido aos protestos no início do ano, serão apenas 19 corridas. Não haverá nenhum grande prêmio no continente africano. Os grandes prêmios serão disputados em diversos países da Ásia, Europa, Oriente Médio, Oceania, América, incluindo o Brasil. A grande novidade para esta temporada é o GP da Índia: a primeira prova no país será realizada no circuito de Jaypee.