segunda-feira, 30 de setembro de 2013

G8 AFIRMA ESTAR ENGAJADO PARA REDUZIR AS EMISSÕES

Imagem: Molina Curitiba
Mesmo em uma reunião que foi marcada por discussões sobre os conflitos na Síria e sobre a crise econômica mundial, os líderes dos oito países mais poderosos do planeta destacaram em sua declaração final a questão do aquecimento global. “As mudanças climáticas são um dos maiores desafios para o crescimento econômico futuro e para o bem estar. Continuamos comprometidos em reduzir as emissões de gases do efeito estufa até 2020 e buscar um caminho de baixo carbono posteriormente, com o objetivo de fazer a nossa parte para limitar o aquecimento global em 2oC acima dos níveis pré-industriais”, afirma o documento. 

Os países que formam o G8 – Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia – também destacam que estão adotando ações ambiciosas e transparentes, tanto domesticamente quanto internacionalmente, para lidar com o aquecimento global. 

Entre essas ações estariam negociações no Fórum das Maiores Economias (MEF) para superar as diferenças e chegar a um consenso sobre o novo acordo climático; trabalhos junto à organizações internacionais de transporte para limitar as emissões de gases do efeito estufa; e mais engajamento na Coalizão Climática do Ar Limpo. 

O bloco diz aceitar o papel da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) para sediar as negociações de “um novo protocolo, instrumento legal ou acordo climático” que deverá ser adotado em 2015. 

A declaração final também reconhece que “existe uma diferença entre as metas estabelecidas pelos países e o que seria necessário [para evitar as piores consequências das mudanças climáticas]”. 

Finalmente, o G8 afirma que está comprometido em mobilizar os US$ 100 bilhões anuais para a ajuda climática até 2020. 

Apesar de toda essa boa vontade expressa no documento do encontro, o que se vê nas mesas de negociação da UNFCCC é algo bem diferente. Na última rodada climática que terminou em Bonn, na Alemanha, na semana passada, a Rússia, por exemplo, foi responsável pelo colapso de um dos trilhos de negociação. 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

MAFALDO PINTO APRESENTA O SHOW RIO GREVE DO NORTE NO TAM


Aproveitando o momento de grandes movimentos grevistas pelo Brasil e mais especificamente em Natal Rio Grande do Norte, o humorista Mafaldo Pinto resolve levar ao palco do Teatro Alberto Maranhão, esse e outros temas. 

Quem for ao show Rio Greve do Norte vai se divertir com muitas piadas, imitações de nomes da política local e nacional. 

Teremos a participação do humorista cearense Járderson Cavalcante, do ator Gleydson Almeida interpretando a ex-governadora Ilma de Farinha entre outros convidados. 

Local Teatro Alberto Maranhão 
Endereco: Praça Augusto Severo, S/N-Ribeira, Natal - RN Ponto de referência: Próximo ao Centro Clí­nico da Ribeira 

Valor R$ 50,00 inteira e R$ 25,00 estudante. 

Vendas 

Pittsburg - Prudente de Morais Endereco: Av. Prudente de Morais, 4615 - Lagoa Nova, Natal - RN Ponto de referência: Defronte a Consercionária Kia Telefone: (84)4008-7000 Site: http://www.pittsburg.com.br/ 

Teatro Alberto Maranhão Endereco: Praça Augusto Severo, S/N-Ribeira, Natal - RN Ponto de referência: Próximo ao Centro Clí­nico da Ribeira Telefone: (84)3211-7196,(84)3232-9704 E-Mail: teatroalbertomaranhao@rn.gov.br Site: www.teatroalbertomaranhao.rn.gov.br 

Fonte: Telepesquisa

6º PASSEIO CICLÍSTICO CIDADE DO NATAL

Imagem: O Ponto de Vista
A Ong Baobá convida os amigos ciclistas para participar do “6º Passeio Ciclístico Cidade do Natal” grande festa anual, dia 29 de setembro de 2013, domingo, em comemoração ao Dia da Árvore, da Paz Mundial e ao Dia mundial sem Carro. 

O evento chama a atenção também sobre a urgente implantação por vias expressas para bicicleta e reflorestamento das ruas, avenidas e praças da cidade. A concentração e largada Ocorrem na lateral do Praia Shopping, no horário das 7h30 às 8h30, quando inicia o passeio ciclístico. 

A inscrição é efetuada o dia 29, mediante num quilo de alimento, que será doado para a Casa do Bem. A finalização Do “6º Passeio Ciclístico Cidade do Natal” é na sede do Ibama, na Av. Alexandrino de Alencar, onde será servido um café da manhã no auditório para os ciclistas, e serão exibidos filmes sobre a atuação da instituição no Estado. Sorteio para os participantes. 

Em seguida, haverá o sorteio de cinco títulos de Capitalização do Natal Cap; de final de semana nos hotéis: Casa de Taipa, em São Miguel do Gostoso e do ChaleMar em Baia Formosa; dez passeios de barco em Barra de Cunhaú; um passeio para Galinhos pela Mar Azul Turismo; uma caixa do energético FAB da Forever; um documentário “Ecociclo” e um livro “E que Viva a Vida” em formato digital ambos da Ong Baobá. 

O fotografo Canindé Soares Irá cobrir todo o evento com sua equipe. São parceiros também a Lucgraf; o Praia Shopping, o Açai do Grilo; Somagraf; Soluti; Visual ID; T. Esportes e a Semob. 

Programação 6º Passeio Ciclístico Cidade do Natal 

Data: 29/09/13 (domingo) 

Concentração: Praia Shopping 

Hora: 7h30 Saída: 8h30 

Inscrição: 01 kg alimento/dia do evento 

Doação: alimentos para Casa do Bem 

Percurso: Av. Roberto Freire, Salgado Filho e Av. Alexandrino de Alencar 

Total: 12 km 

Previsão chegada Ibama: 9h40 

Realização: Ong Baobá 

Apoio: Empresa: Praia Shopping Lucgraf Natal Cap Passeio de Barco Cunhaú Açai do Grilo Só Naturais MarAzul Turismo Somagraf canindesoares.com Soluti Visual ID T. Esportes Órgãos Públicos: Semob Ibama Movimento Social: Casa do Bem 

Contato: Haroldo Mota Tel.:(84)9927.6555/8845.4603 E-mail: baobacontato@gmail.com

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

COMO USAR O FINANCIAMENTO COLETIVO NA EDUCAÇÃO

Imagem: Under 30 Ceo
O crowdfunding (financiamento coletivo, em português) vem se tornando uma prática bastante constante no Brasil e no mundo. Usada por diferentes pessoas e organizações, a ideia é simples: viabilizar um projeto por meio de pequenas contribuições de outras pessoas. 

Para isso, uma plataforma os ajuda a explicar a ideia e a arrecadar os valores. Confira algumas dicas 

1. Ajudinha nas taxas Hoje, com o ajuda do crowdfunding, os próprios alunos estão encontrando formas criativas para financiar seus estudos. Por meio da sul-africanaSmartMe, por exemplo, os alunos podem pedir financiamento para a compra de livros e o pagamento de taxas de alojamento, alimentação e matrícula de seus estudos. Em troca da ajuda, os estudantes se comprometem a oferecer algumas recompensas, como manter a média escolar, realizar trabalho voluntário em alguma ONG ou até mesmo oferecer serviço relacionado à sua área de formação. 

2. Bolsas universitárias e de ensino médio Outra plataforma, criada em Vancouver, no Canadá, é a Education Generation. Em parceria com outras organizações, ela seleciona excelentes alunos em condições de vulnerabilidade e dá visibilidade aos seus sonhos educacionais. Pelo site, o interessado pode ajudar esses alunos a conseguirem completar o ensino médio ou pagar seus estudos universitários. 

3. Pesquisa científica ou acadêmica Já o portal Microzyra, lançado em abril do ano passado, se dedica exclusivamente para arrecadar dinheiro para pesquisas. O diferencial da plataforma em relação as demais é que ela não oferece uma recompensa concreta (como dar uma cópia de um livro, um arquivo em CD por exemplo), apenas compartilha os resultados de suas pesquisas no site. Um dos pesquisadores que está pedindo financiamento, por exemplo, é Danny Colombara, da Universidade de Washington. Ele precisa de U$ 5.500 para comprar reagentes para sua pesquisa sobre câncer de pulmão. 

4. Criar a própria plataforma Já a GoFundMe é uma plataforma que ajuda a criar modelos personalizados. Qualquer um pode entrar e fazer seu site, mas um dos usos frequentes é o educacional. Por ela, alunos pedem contribuição para pagarem seus cursos universitários e professores tentam convencer outros usuários a financiarem uma viagem pedagógica com seus alunos. No canto esquerdo, é possível ver um menu em que os projetos estão divididos por temas. 

5. Ferramenta pedagógica Outra maneira de usar o crowdfunding é de forma pedagógica. O financiamento coletivo pode ajudar a angariar recursos para projetos, como viagens e feiras de ciência. Muitas escolas, especialmente as públicas, têm orçamento restritos. Em uma escola pública do Grajaú, zona sul de São Paulo, os alunos se reuniram para gravar um vídeo, se inscrever na plataforma Vakinha para arrecadar recursos para para compras de tintas, sprays e papeis. A iniciativa, em projeto-piloto, fez parte do Design for Change, movimento global que encoraja crianças a mudarem a realidade de onde vivem usando o design. O financiamento ajudou as crianças a substituir as tradicionais lixeiras pretas por outras mais divertidas. 

6. Projetos para a comunidade Outra possibilidade é usar o crowdfunding em sala de sala para transformar trabalhos escolares em produtos propriamente ditos que melhorem a vida dos alunos e de suas famílias. Em vez de fazer um projeto fictício, por que não fazer um trabalho no bairro, unindo pais e comunidade que apoiem os alunos na ideia? Mais do que a arrecadação do dinheiro, a ideia é estimular a criatividade dos alunos sobre como o uso de recursos financeiros podem melhorar a vida em comunidade. 

7. Financiamento ao contrário Em outro modelo, é possível também usar o crowdfunding com foco na educação cidadã: em vez de pedir ajuda, são os estudantes os apoiadores. Uma boa forma de abordagem sobre o tema é a Kiva.org. A plataforma angaria financiamento coletivo para ajudar ONGs no mundo inteiro que atuam no combate à pobreza com famílias em situação de vulnerabilidade. Ao contribuir para alguma das organizações que fazem da plataforma, os alunos acompanham o histórico de como seu financiamento está sendo utilizado para o bem da população. 

8. Educação empreendedora Além disso, o financiamento coletivo também pode ser voltado para a educação empreendedora. Em sala de aula, professores podem trabalhar com alunos de ensino médio sobre os temas como o financiamento coletivo, a criatividade, o processo de divulgação de sua vida e até mesmo responsabilidade social. 

9. Organização social Aproveitando o crowdfunding para ajudar o próximo, um grupo de nove estudantes da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, aderiu criou em 2008 o ReadySetLaunch. A organização sem fins lucrativos, dirigida por universitários da instituição americana é atua com estudantes do ensino médio, preparando os jovens de baixa renda para a universidade. 

10. Startup Outro exemplo é o Upstart, startup criada por um grupo de ex-funcionários do Google com a simples ideia simples de para ajudar universitários a realizarem seus sonhos. Na prática, a empresa detecta o sonho do jovem, pode querer montar seu próprio negócio ou até mesmo fazer uma viagem. O estudante recebe ajuda financeira e orientação sobre como ir atrás de sua “paixão”. 

Após formados e inseridos no mercado, os estudantes recompensam a startup, que usa o investimento para ajudar novos universitários
Fonte: Canal do Ensino

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

GEMAN-64º\RN DEFINE ESTRATEGIAS PARA 2014

Imagem: Josemir de Lima
Ocorreu neste último final de semana (20 e 21/09), na praia de Muriú em Ceará-mirim, a última Indaba do ano realizada pelo Grupo Escoteiro do Mar Artífices Náuticos.

O evento que reúne o corpo de chefes do grupo escoteiro definiu as estrategias a serem adotadas para o ano em que o grupo festeja-rá os seus dez anos de fundação. Data a será comemorada no dia 11 de junho de 2014, como é feita tradicionalmente pelo GEMAN.

Dentre os principais objetivos traçados para as bodas de estanho estão a conquista de 64 metas elencadas pelos participantes como prioridade para o período que antecede o aniversário.

A Indaba contou com a participação de diretores, chefes de ramo, membros do clube da flor de lis e, do corpo auxiliar composto por acadêmicos do curso de Turismo da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte e de uma pedagoga. 

 

terça-feira, 24 de setembro de 2013

TECNOLOGIAS ISRAELENSES EM AQUICULTURA PODEM TER APLICAÇÃO NO ES

Imagem: Paraná Cooperativo
O Secretário de Agricultura, Aquicultura, Pecuária e Abastecimento de Linhares, o Engenheiro Agrônomo e Doutor em Fitotecnia José Roberto Macedo Fontes acompanhou o ministro Marcelo Crivella em missão oficial a Israel na semana passada, para conhecer de perto as tecnologias deste País na área de aquicultura – o cultivo de pescado, uma das indústrias que mais cresce no mundo, a uma taxa média de 8% ao ano na última década. 

A delegação brasileira contou ainda com a presença de parlamentares (Senadores e Deputados), acadêmicos, pesquisadores e empresários brasileiros. Brasil e Israel têm interesses mútuos e complementares no setor. Israel, embora um País territorialmente pequeno e parcialmente desértico detêm tecnologias nas áreas de irrigação e aquicultura, ambientalmente sustentáveis, que são admiradas mundialmente. Já no caso do Brasil, um país que detém 13% da água doce do mundo e um extenso litoral, tem potencial para se tornar um importante produtor de pescado. 

No caso da região Nordeste do Brasil, onde concentra imensas áreas que, embora não desérticas, são áridas e precisam de atividades produtivas adequadas às suas condições naturais, as tecnologias israelenses podem ajudar muito. 

No entanto, muitas das tecnologias observadas em Israel, principalmente aquelas utilizadas para a produção de tilápias geneticamente melhoradas, também podem ser úteis para o desenvolvimento da piscicultura em diferentes regiões brasileiras, incluindo o Município de Linhares. Transferência de tecnologia Dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) mostram que a pesca é essencial para a sobrevivência e a segurança alimentar de cerca de 200 milhões de pessoas em todo o mundo. Uma em cada cinco pessoas depende do peixe como principal fonte de proteína. Ao mesmo tempo, ainda segundo a FAO, 80% das espécies de peixes do mundo já foram exploradas ao máximo ou estão se esgotando. 

A aquicultura é apontada como alternativa para a sobrepesca e um dos maiores potenciais do mundo para o cultivo de peixes está no Brasil. O país tem condições, com o aproveitamento de apenas 0,5% da lâmina de água de lagos e reservatórios, de produzir mais de 20 milhões de toneladas de pescado por ano, segundo levantamento do Ministério da Pesca e Aquicultura. A produção atual é de cerca de 500 mil toneladas e um dos grandes desafios está na tecnologia de produção. 

O objetivo principal da missão brasileira a Israel foi elaborar um programa de encontros e visitas a entidades governamentais, centros de pesquisa e empresas particulares de alta-tecnologia do segmento de aquicultura nos dois países para a troca de tecnologia e futuras relações comerciais entre eles. 

No primeiro dia da missão oficial, a equipe visitou, na cidade de Rehovot, a TransAlgae - empresa de biotecnologia associada ao grupo brasileiro Suzano, que se dedica a cultivar e desenvolver diversos tipos de algas a serem transformadas em produtos destinados à saúde e ao crescimento de peixes e camarões. Assim, algas secas, oferecidas a peixes como alimento, por exemplo, poderão substituir a aplicação de vacinas. 

Durante o encontro, foram ressaltadas as oportunidades de negócio para a expansão da aquicultura no Brasil, onde os produtores podem se beneficiar, de forma imediata, dos conhecimentos já adquiridos e desenvolvidos em Israel na criação de tilápias. 

Nos dias posteriores, a comitiva realizou diversas visitas de campo, incluindo a região de Kibutz Maoz Haim, no Vale de Beit-Shean, para conhecer uma fazenda de criação de trutas e de esturjão destinado à produção de caviar. 

Pode-se também observar nestas oportunidades a alta tecnologia envolvida na criação extensiva de outros peixes de água doce, como a tilápia, trutas arco-íris, carpas, dentre outros. Unidades de produção em alto mar também foram visitadas, no mar mediterrâneo, à 20 Km da orla da cidade de Tel Aviv. 

As gaiolas (tanques-rede) onde os peixes são confinados resistem tanto a ondas de relativa intensidade como ao movimento das correntes marinhas. Estes fatores foram valorizados pelos especialistas da comitiva, já que condições adversas semelhantes comprometeram alguns projetos de aquicultura no litoral brasileiro. 

O Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural de Israel, Sr. Yair Shamir, ofereceu um almoço para a comitiva, onde foi também realizado um seminário com a intenção de desenvolver a cooperação entre os dois países e de fomentar as relações entre os respectivos setores da pesca e aquicultura, reconhecendo que a cooperação no campo da pesca e da aquicultura pode promover o bem-estar e a prosperidade de ambos os países; além de buscar fortalecer as relações amistosas entre o Brasil e Israel. 

Num jantar oferecido pela Embaixadora do Brasil em Israel, Maria Elisa Berenguer, um Comunicado Conjunto foi assinado pelo Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural de Israel, Sr. Yair Shamir, e o Ministro da Pesca e Aquicultura do Brasil, Sr. Marcelo Crivella, com a intenção de desenvolver a cooperação entre os dois países e de fomentar as relações entre os respectivos setores da pesca e aquicultura. 

O grupo visitou também o “Dagon”, Centro de Criação de Peixes, no Kibutz Maagan Michael e a Estação de Pesquisa em Aquicultura Dor, a principal unidade de pesquisa de aquicultura em Israel, localizada em Moshav Dor. Este é um dos lugares mais aprazíveis da costa mediterrânea israelense, a aproximadamente meia hora de carro de Tel Aviv, a capital financeira do País. 

Na estação foi ressaltada a política israelense para o desenvolvimento de linhagens de tilápia sem hormônios, com a reversão sexual feita exclusivamente de forma genética. A reversão sexual, tornando o plantel uniformemente macho, é fundamental ao aumento da produtividade, porque evita a reprodução descontrolada, garante animais maiores e proporciona o crescimento mais homogêneo dos lotes de animais. Atualmente a tilápia é o peixe mais cultivado no Brasil. 

Durante a visita oficial, o grupo manteve reuniões com os técnicos funcionários do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural de Israel e da Organização de Pesquisa Agrícola (ARO). O grupo concluiu que o Brasil e Israel têm capacidades complementares em aquicultura, que podem ser combinadas de forma proveitosa para a disseminação do conhecimento e o desenvolvimento de crescimento econômico para os dois países. 

Essas complementaridades são particularmente importantes nas áreas de gestão de recursos aquáticos, na variedade de espécies (incluindo espécies nativas), na reprodução de peixes e tecnologias de piscicultura e conhecimento científico. 

Mais especificamente, os campos comuns de interesse são a criação de tilápia, incluindo programas de seleção genética, sistema de recirculação de água (RAS), modelos de integração pelo cultivo de produtos e irrigação, qualidade e eficiência alimentar e planejamento estratégico. 

Fonte: Campo Vivo
Dafiti Sports
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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

USO DE TÉRMICAS BATE RECORDE, MESMO COM QUATRO USINAS DESLIGADAS

Imagem: GreenPeace
O sistema elétrico nacional ainda depende fortemente da energia gerada pelas usinas térmicas (movidas a gás, óleo combustível, diesel e carvão), apesar de o governo ter anunciado, em maio, o desligamento de quatro unidades. 

Essas usinas possuíam um custo elevado de operação, em torno de R$ 1 mil por MWh, e aumentavam as despesas para assegurar o abastecimento energético do país. Ainda assim, o despacho de termelétricas atingiu, no dia 13 de junho, um volume recorde neste ano, com a geração de 14.396 MW, afirma a comercializadora de energia Compass. 

A informação está contida no IPDO (informativo preliminar diário da operação), elaborado pelo Operador Nacional do Sistema (ONS). Segundo Paulo Mayon, diretor da Compass, novas unidades entraram em operação no país, como a de Pecém e Parnaíba, o que explica o aumento na geração térmica este mês. 

O volume despachado na semana passada indica que praticamente todo parque térmico está ligado, afirma o executivo. As térmicas continuam gerando para economizar a água dos reservatórios das hidrelétricas durante o inverno, quando o volume de chuvas é sazonalmente pequeno. 

A ocorrência de precipitações está cerca de 30% acima da média histórica nos dois últimos meses, o que é positivo para o sistema elétrico. "Mas isso não é suficiente para encher os reservatórios", diz o executivo da Compass. Segundo ele, a quantidade de chuvas é muito baixa nessa época do ano. Na região Sudeste, os reservatórios devem fechar o mês de junho em 64%, patamar bem superior ao registrado em dezembro de 2012, quando as reservas caíram para níveis críticos, de 30%. 

Ainda assim, os lagos estão relativamente baixos. Em junho do ano passado, os reservatórios da região Sudeste estavam 73% cheios, segundo a comercializadora Comerc. 

 De acordo com Mayon, até o fim do período seco, em novembro, é esperado que os reservatórios continuem esvaziando, atingindo 43% na região Sudeste. Mas, para isso, as térmicas terão de continuar ligadas. 

Se o ONS retirar mais térmicas do sistema, há o risco de que os lagos das hidrelétricas cheguem em novembro abaixo da meta de 43%, o que comprometeria a segurança energética em 2014. 

O acionamento das termelétricas, contudo, faz com que a conta de energia fique mais cara a cada mês para o país. Estima-se que as despesas com o despacho das usinas térmicas aproximem-se de R$ 1 bilhão por mês. Por enquanto, o governo decidiu arcar com os gastos. Recursos estão sendo repassados às distribuidoras para que elas só aumentem as tarifas em 3% neste ano. 

O governo também tentou dividir uma parte dos custos com os geradores e os comercializadores de energia, que nunca antes pagaram essa conta. Mas várias entidades e empresas entraram na Justiça e algumas já conseguiram liminares que impedem a cobrança do Encargo de Serviço do Sist , ou vão exigir que o governo destine mais recursos para as distribuidoras, por meio da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). 

 A partir de agosto, entra em vigor um novo sistema, que mudará a forma como são financiadas atualmente as usinas térmicas pelo setor elétrico. O custo com as térmicas (ESS) passará a estar embutido no Preço de Liquidação das Diferença (PLD), o preço da energia no mercado de curto prazo. 

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

DIA DA ÁRVORE É COMEMORADO COM ABRAÇO AO PARQUE DAS DUNAS

Imagem: Tribuna do Norte
O Comitê Popular da Copa Natal 2014, convida a população e amigos para celebrar o Dia da Árvore, no “Abraço ao Parque das Dunas” que acontece dia 21/09 (sábado), com a concentração no Supermercado Extra da Roberto Freire, às 15h. 

Haverá uma extensa programação cultural e artística, finalizando com o plantio de uma árvore gigante de mogno na avenida, como também a distribuição de mudas de pau brasil para os participantes e sorteios de brindes. 

Programação Abraço ao Parque das Dunas 

Data: 21/09/13 (sábado) 

Concentração: Supermercado Extra da Roberto Freire 

Hora: 15h 

Performance de dança: 15h30 - “Canto das Árvores” com a psicóloga e artista plástica Eugênia Filgueira 

Intervenção Urbana: 16h - “Liberdade para os Pássaros” com a artista plástica Civone Medeiros 

Abraço ao parque das Dunas: 16h30 

Plantio do Mogno Gigante: 17h30 

Distribuição de mudas de pau brasil: 17h40 

Sorteio de brindes: 17h50 

Realização: Comitê Popular da Copa Natal 2014 

Apoio: Ong Baobá AMPA 

Contato: Maria das Neves (84)9695.0201 Haroldo Mota (84)8845.4603 



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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

ESTUDANTES DE TURISMO PROMOVEM OFICINA DE ALIMENTOS AOS JOVENS DO GEMAM-64º/RN

Graduandos transmitem  os ensinamentos da universidade para a sociedade.

Estudantes do curso de Turismo da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), do Campus Avançado Natal,  promoveram neste último dia 14/09, uma oficina de manipulação dos alimentos paras os membros juvenis do Grupo Escoteiro do Mar Artífices Náuticos - GEMAN 64º/RN.

Foram trabalhados assuntos pertinentes a conservação dos alimentos quanto a manipulação e estocagem. Assuntos que fazem parte da disciplina de Alimentos & Bebidas e Controle em Hotelaria. Disciplinas que compõem a grade curricular do curso de Turismo.

O objetivo da atividade foi preparar os Lobinhos, Escoteiros e Sêniores para o 15º MuTecom, que será realizado ainda esta mês.
 

O 15º Mutirão Nacional Escoteiro de Ação Comunitária é uma atividade de mobilização nacional voltada à integração e colaboração dos Escoteiros do Brasil com a sociedade, em especial as comunidades abrangidas pelos Grupos Escoteiros espalhados em todo o território nacional. A atividade acontecerá no período entre 07 de setembro e 05 de outubro de 2013. 

O MutCom é uma oportunidade de proporcionar aos jovens atividades de serviço - que exerçam a função de estimular seu envolvimento com a comunidade, no intuito de promover a formação do indivíduo que queremos entregar à sociedade.


GRUPO DE PESQUISA DE ARQUITETURA LANÇA LIVRO SOBRE A PRESENÇA HOLANDESA NO NORDESTE

Imagem: História de Tudo
Os holandeses marcaram presença em várias partes do Brasil no século XVII, mas o local em que eles mais se mantiveram foi a Capitania de Pernambuco, da qual Alagoas fazia parte. Nesta época, eles fizeram imagens de mapeamento por onde passavam. O estudo dessas gravuras, que hoje permitem a compreensão de algumas cidades no ponto de vista urbanístico, é o foco do livro “O olhar holandês e o novo mundo”. A obra do grupo de pesquisa Estudos da Paisagem, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade Federal de Alagoas, foi lançada nesta segunda-feira, 17 de maio, no pátio da unidade acadêmica. 

O livro foi resultado de sete anos de estudos e viagens pela Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, incluindo Fernando de Noronha, Paraíba, Holanda e Portugal. Foi escrito por vários autores, inclusive holandeses, e organizado pela professora e arquiteta Maria Angélica da Silva, com a colaboração de outros professores e estudantes que compõem o grupo de pesquisa. As principais cidades alagoanas retratadas na obra são Porto Calvo, Penedo e Marechal Deodoro. O ‘novo mundo’ mencionado no título é a representação das cidades nos dias de hoje, que são comparadas às pinturas holandesas feitas na época. 

Durante o lançamento, a professora Maria Angélica agradeceu a presença de todos, a colaboração do grupo e destacou a importância da obra para o Estado. “Nós sabíamos da importância que os holandeses tiveram na colonização do Brasil, mas ainda não havia estudos sobre isso no ponto de vista da imagem. Para nós, arquitetos, isso é muito importante, porque eles desenharam os arruamentos de modo muito fiel e fizeram pinturas de cidades do nordeste no século XVII. Esses desenhos nos ajudam hoje a estudar o passado de Alagoas principalmente quanto à arquitetura e o urbanismo”, ressaltou. 

Algumas obras do artista plástico holandês Albert Eckhout tiveram destaque no evento de lançamento. A ‘Tupinambá com Criança’ e a ‘Mameluca’ foram reproduzidas em forma de display. Já as pinturas ‘Abacaxi, melancias e outras frutas’ e ‘Bananas e goiabas’ ganharam vida com frutas que foram degustadas depois. Eckhout costumava retratar as pessoas que aqui encontrava, mas tinha predileção pela flora e a fauna brasileiras. Ainda houve exposição de fotos dos lugares visitados e experiências vividas pelos componentes do grupo de pesquisa. 

Fonte: Defender.org

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

NORUEGA IMPORTA LIXO PARA PRODUZIR ENERGIA


Oslo é uma cidade que importa lixo. Parte vem da Inglaterra, parte vem da Irlanda e parte vem da vizinha Suécia. Ela inclusive tem planos para o mercado americano. "Eu gostaria de receber alguma coisa dos Estados Unidos", disse Pal Mikkelsen em seu escritório, numa enorme usina na periferia da cidade, onde o lixo é transformado em calor e em eletricidade. "O transporte marítimo é barato." Oslo, onde metade da cidade e a maioria das escolas são aquecidas pela queima do lixo -lixo doméstico, resíduos industriais e até resíduos tóxicos e perigosos de hospitais e apreensões de drogas-, tem um problema: o lixo para queimar se esgotou. O problema não é exclusivo de Oslo. 

Em toda a Europa setentrional, onde a prática de queimar lixo para gerar calor e eletricidade disparou nas últimas décadas, a demanda por lixo é muito superior à oferta. 

A meticulosa população do norte europeu produz apenas cerca de 136 milhões de toneladas de resíduos por ano, muito pouco para abastecer usinas incineradoras capazes de consumir mais de 635 milhões de toneladas. "Mas os suecos continuam a construir [mais usinas], assim como a Áustria e a Alemanha", disse Mikkelsen, 50, engenheiro mecânico que há um ano é o diretor-gerente da agência municipal encarregada da transformação de resíduos em energia. 

De navio e de caminhão, incontáveis toneladas de lixo viajam de regiões onde há excesso de resíduos para outras que têm capacidade para queimá-las e transformá-las em energia. A maioria das pessoas no país aprova a ideia. 

Os ingleses também gostam. A empresa de Yorkshire que lida com a coleta de lixo no norte da Inglaterra atualmente embarca até 907 toneladas de lixo por mês para os países do norte da Europa, incluindo a Noruega, de acordo com Donna Cox, assessora de imprensa da prefeitura de Leeds. Um imposto britânico sobre os aterros sanitários faz com que seja mais barato enviar o lixo para lugares como Oslo. Para alguns, pode parecer bizarro que Oslo recorra à importação de lixo para produzir energia. 

A Noruega está entre os dez maiores exportadores mundiais de petróleo e gás e tem abundantes reservas de carvão e uma rede de mais de 1.100 usinas hidrelétricas em suas montanhas, ricas em água. Mikkelsen, no entanto,disse que a queima do lixo é "um jogo de energia renovável para reduzir o uso de combustíveis fósseis". Já Lars Haltbrekken, presidente da mais antiga entidade ambientalista da Noruega, afirmou que, do ponto de vista ambiental, a tendência de transformar resíduos em energia constitui um grande problema, por gerar pressão pela produção de mais lixo. Numa hierarquia de objetivos ambientais, disse Haltbrekken, a redução da produção de resíduos deveria estar em primeiro lugar, ao passo que a geração de energia a partir do lixo deveria estar no final. "O problema é que a nossa prioridade mais baixa conflita com a mais alta", disse ele. 

Em Oslo, as famílias separam seu lixo, colocando os restos de comida em sacos plásticos verdes, os plásticos em sacos azuis e os vidros em outro lugar. Os sacos são distribuídos gratuitamente em mercearias e outras lojas. Mikkelsen comanda duas usinas. 

A maior delas usa sensores computadorizados para separar os sacos de lixo codificados por cor. A separação do lixo orgânico, incluindo os restos de comida, passou a permitir que Oslo produza biogás, o qual já abastece alguns ônibus no centro da cidade. 

Outras áreas da Europa estão produzindo grande quantidade de lixo, incluindo o sul da Itália, onde lugares como Nápoles pagaram a cidades da Alemanha e da Holanda para que aceitem seus resíduos, ajudando a neutralizar uma crise napolitana na coleta do lixo. No entanto, embora Oslo tenha cogitado receber o lixo italiano, a cidade preferiu continuar com o inglês, considerado mais limpo e seguro. "É uma questão delicada", diz Mikkelsen. 

Fonte: Folha