quarta-feira, 9 de novembro de 2011

EXPEDIÇÃO GEOTRILHAS/RN NA TRÍPLICE FRONTEIRA – 4º Dia (Marechal Cândido Rondon/PR)

Grupo reunido em frente a Prefeitura Municipal de Marechal Cândido Rondon

O quarto dia da Expedição Geotrilhas/RN na Tríplice Fronteira (08/11) foi marcado por uma visita inusitada ao município de Marechal Cândido Rondon, para conhecermos um pouco mais sobre a história e a cultura do povo da Oeste do Paraná. Numa região repleta de pequenas cidades com estilo europeu, em especial o germânico, pudemos conferir a riqueza da região advinda da cultivo da soja e milho, como também dos benefícios do lago de Itaipu por meio dos royalties e do turismo colonial, com a difusão da cultura alemã, e a fé aos seus santos padroeiros, como Nossa Senhora Aparecida em Itaipulândia.
O guiamento do grupo em Marechal Cândido Rondon ficou a cargo do guia William Giacobo, que nos conduziu por um city tour na cidade, onde foi possível conferirmos a arquitetura germânica mais detalhadamente nas fachadas dos prédios locais, como o parque de exposições local, em que é realizada a tradicional Octube Fest do Paraná, e a Festa do Boi no Rolete. Ainda foi possível visitarmos o centro da cidade e o centro de artesanato, bem como a famosas Casa Gaina, com sua arquitetura misteriosa, e a mini cervejaria Hass Bean, onde foi possível acompanharmos a forma de produção de um dos chops de maior qualidade da região.
Em seguida o grupo partiu em direção a zona rural do município, num sítio chamado de Cachoeira da Onça, onde foi possível saborearmos a culinária colonial com almoço, jantar e café da manhã e fazer uma pequena trilha ecológica, e visitar a própria cachoeira da Onça com suas corredeiras de águas geladas. Ainda no sítio Cachoeira da Onça, o grupo aproveitou a oportunidade de experimentar a vivência rural do estado do Paraná, em meio as lavouras e animais do local, bem como de se hospedarem para o pernoite nas tradicionais casas rústicas de madeira do interior do Paraná, com um atrativo ainda mais especial, pelo simples fato de que o rio que forma a cachoeira da Onça passava aos fundos de nossa cabana, dando uma sensação de agradabilidade proporcionada pelo barulho de suas águas.

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